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Governo gasta 18,6 milhões em novo espaço para jovens
Quinta, 25/10/2012

O Governo gastou 18,6 milhões na remodelação do centro de actividades Juvenis do Porto Exterior, que foi inaugurado esta manhã no Fórum Macau. Mais um espaço para os jovens praticarem desporto, que, ainda assim, não vem solucionar o problema de escassez de instalações desportivas, admite a Direcção dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ).

 

O vice-presidente da DSEJ aproveitou a inauguração do espaço para responder às críticas da sociedade sobre a falta de locais para o desporto juvenil. Lou Pak Sang diz que a escassez se deve ao facto “de Macau ser pequena”, mas lembra que tem havido um esforço para se reverter a situação. “Sabemos que, de facto, há poucos lugares, no entanto, se compararmos com há cinco ou 10 anos, temos agora muitas mais instalações desportivas. Estamos a ponderar, juntamente com vários outros departamentos, como se podem criar mais instalações. Ao mesmo tempo, aproveitamos os espaços, embora sejam limitados, para organizar actividades para promover a participação dos jovens”.

 

Lou Pak Sang destaca ainda que a DSEJ está a estimular as escolas a abrirem as portas ao desporto para todos os jovens. “Realmente, neste momento, o Governo espera, através dos apoios financeiros, estimular as escolas no sentido de abrirem as portas ao desporto. Actualmente, há 17 estabelecimentos escolares que já têm espaços desportivos que podem ser usados pelo público e esperamos que, no futuro, possamos ter mais escolas a fazer o mesmo”.

 

Os Serviços de Educação divulgaram ainda os apoios que o Fundo para o Desenvolvimento Educativo presta às 17 escolas que abrem os complexos desportivos ao público. Por ano lectivo, o fundo desembolsa cerca de 460 mil patacas.

 

Já, no final da reunião plenária do Conselho de Juventude, Lou Pak Sang disse que não foi debatida a questão das Políticas de Juventude. De recordar que, houve pessoas a pedirem que o texto fosse de novo colocado em consulta pública, face às críticas levantadas durante a primeira auscultação. No entanto, o responsável indicou apenas que “as opiniões recolhidas vão agora ser analisadas” para depois se “redigir o relatório” da consulta pública.