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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 19/10/2012

O caso do edifício Sin Fong merece hoje destaque nos jornais de Macau, que escrevem ainda sobre o debate de ontem na Assembleia Legislativa. A autorização obtida pela MGM para construir um casino no COTAI é outro tema referido na imprensa local desta sexta-feira.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O caso do edifício Sin Fong é tratado com grande destaque na imprensa em língua chinesa desta sexta-feira. No Va Kio fala-se em má qualidade do betão usado na construção. O jornal dá ênfase a um professor do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Hong Kong que diz há grandes dificuldades técnicas na reparação do edifício. O Instituto de Habitação planeia distribuir ao todo 22 milhões de patacas pelos habitantes do prédio, como subsídio de alojamento. O Va Kio escreve ainda que o director das Obras Públicas, Jaime Carion, diz que não há possibilidades de estender as medidas de emergência até aos edifícios vizinhos.

 

O caso do Sin Fong faz também a primeira página do Ou Mun. O jornal salienta que ainda não há uma decisão tomada em relação ao prédio – se vai ser reparado ou demolido, para depois ser reconstruído. No jornal de língua chinesa de Macau com maior circulação no território, em foco ainda declarações de Jaime Carion, que diz não terem sido registados problemas do género na última década.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

Na manhã informativa da Ou Mun Tin Toi, destaque para o relatório de actividades de 2011 do Comissariado contra a Corrupção, divulgado hoje à imprensa. Entre as conclusões principais encontra-se o facto de a população se mostrar menos tolerante em relação aos actos de corrupção, diz o comissariado. O canal chinês da Rádio Macau explica ainda que o deputado Ng Kuok Cheong pediu ao Governo que reserve terrenos nas novas zonas de aterros só para a população de Macau.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O MGM faz a manchete do Macau Daily Times – a operadora do jogo garantiu a aprovação de um terreno para a construção de um casino no COTAI. Em foco também, e com direito a fotografia, o festival Fringe, que vai animar as ruas do território.

 

A chegada da MGM aos aterros entre a Taipa e Coloane também ocupa a primeira página do Bussiness Daily. “Próxima paragem”, escreve em manchete o económico.

 

Já no Macau Post Daily, é o caso do edifício Sin Fong a merecer destaque, com a notícia referente ao relatório que indica que o prédio não é seguro devido à má qualidade do betão. Os peritos consultados descrevem o material usado na construção como sendo de qualidade muito baixa.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Deputados temem que Lei do Património afecte direitos de proprietários privados”, escreve o Jornal Tribuna de Macau (JTM) em manchete. No destaque com fotografia, espaço para o edifício Sin Fong, “interdito a moradores pelo menos dois anos”. O JTM reserva ainda uma chamada à primeira página para Miguel Senna Fernandes, que “quer que os macaenses fujam do silêncio”.

 

O presidente da Associação dos Macaenses também é referido na primeira página do Hoje Macau: “Miguel Senna Fernandes pede união”. A manchete do diário é dedicada ao caso Sin Fong Garden, com o título “Betão alarmado”. Ainda no Hoje Macau, “deputados acusam Governo de atropelar Lei Básica”.

 

O Ponto Final opta por fazer manchete com o debate de ontem na Assembleia Legislativa: “Mediação certificada”, lê-se em título. Na falsa manchete, a referência à entrevista a João Marques da Cruz, administrador da EDP e da CEM: “Acredito no papel de Macau”.

 

Porque hoje é sexta-feira, é publicado O Clarim. “Bragança ‘pede’ ajuda a Macau”, lê-se na manchete do semanário católico, que explica que a “Igreja Católica na região portuguesa de Trás-os-Montes não escapa à crise”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O South China Morning Post dá à estampa uma entrevista com a directora do Fundo de Pensões do território vizinho. Diana Chan diz que está a ser ponderada a redução das contribuições obrigatórias.

 

O China Daily opta por dar destaque à economia, com um artigo em que cita analistas que dizem que o pior já poderá ter passado, à medida que vão surgindo sinais de recuperação económica.