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Critérios para subsídios do Grande Prémio mantêm-se
Segunda, 08/10/2012

Os critérios para atribuição de subsídios aos pilotos locais que correm no Grande Prémio vão manter-se. Desde o ano passado, os pilotos ficam obrigados a terminar a prova, em que participem, para poderem manter a ajuda financeira do Governo.

 

As regras têm gerado muitas críticas, nomeadamente entre os pilotos, mas não mudam nesta edição, diz o vice-presidente do Instituto de Desporto (ID). José Tavares sublinha, no entanto, que continua a haver espaço para o diálogo. “Por enquanto, mantêm-se [os critérios] porque essas pessoas não souberam levar a questão, na devida altura, a entidades próprias para se continuar a discutir. Mas julgo que são discutíveis”.

 

Os pilotos colocam o problema de não terminarem a prova por causa de acidentes. José Tavares responde que os desportos motorizados envolvem riscos e azares. “Isso azar deles. É que as pessoas levam agora muito a peito os subsídios do Governo, acham que é um dever do Executivo. Antigamente como é que era? Corriam o próprio risco”.

 

O vice-presidente do ID fala ainda de falta de compreensão por parte dos pilotos. “Polémica não houve, o que há é má compreensão dos pilotos, que não querem compreender ou aceitar as regras. Havendo regras as coisas tornam-se mais simples e mais transparentes”, aponta.

 

Os subsídios para esta 59ª edição do Grande Prémio de Macau ainda não foram distribuídos. José Tavares explica que só há pouco tempo o ID recebeu os pedidos todos, dando agora início à sua análise.