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Escola Portuguesa com mais alunos e professores
Terça, 04/09/2012

A Escola Portuguesa de Macau (EPM) conta com mais alunos e mais professores no ano lectivo que agora começa. Numa fase em que ainda estão a ser ultimados os preparativos, estão já inscritos 454 estudantes, ou seja, mais dez do que no ano passado. O número não é ainda definitivo: faltam as transferências e há sempre alunos que deixam as matrículas para os últimos dias de férias.

 

O número vem confirmar que pertencem ao passado as dúvidas sobre o projecto EPM. “É um bom sinal”, comentou à Rádio Macau Manuel Machado, vice-presidente da escola. “Felizmente, desde o ano passado que a tendência se inverteu e tem vindo a crescer um bocadinho. Pouco, mas tem vindo a crescer. Vamos ver se ainda cresce mais.”

 

O aumento do número de alunos explica-se com a aposta no ano preparatório – o acompanhamento de alunos de língua materna não portuguesa –, mas também com uma nova dinâmica a que se tem assistido nos últimos tempos. “Tem muito que ver com a renovação da comunidade portuguesa, com os casais novos que trazem filhos em idade escolar e que vão frequentar os diferentes anos, quer ao nível da pré-primária, quer depois ao nível do nosso primeiro ciclo e restantes, porque há casais que vêm com alunos para outros ciclos que não o primeiro”, refere Manuel Machado.

 

Para mais alunos, há mais professores, que chegam de Portugal: são docentes de Matemática, de Físico-Química e de Português. Ao todo, o corpo docente da escola conta com 50 elementos, sendo que, em relação aos professores que já leccionavam na escola, não há alterações.

 

Quanto às actividades extracurriculares, as inscrições são abertas no dia 10, no primeiro dia de aulas. A oferta é vasta e tem duas vertentes: actividades desportivas e actividades de índole cultural.

 

Com o novo ano lectivo à porta, Manuel Machado espera que o trabalho desenvolvido pela EPM satisfaça alunos e comunidade. No que toca às actuais instalações, o vice-presidente garante que são suficientes para os estudantes que a escola acolhe. “Bastam. São suficientes e são boas”, remata.