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Novo Macau exige explicação sobre preços de casas económicas
Quinta, 23/08/2012

A Associação Novo Macau está indignada com os preços da habitação económica do Edifício Cheng Chong, na Ilha Verde. Numa conferência de imprensa, nesta tarde, a associação exigiu ao Governo que divulgue o nome das pessoas da comissão que fixa os preços das habitações económicas. A novo Macau também acusa o Governo de faltar à palavra.

 

Jason Chao, presidente da associação Novo Macau, diz que o Governo quebrou a promessa feita na Assembleia Legislativa. “Nos apartamentos económicos da Ilha Verde, o preço por pé quadrado ultrapassou as 1.600 patacas, o que vai contra a promessa que o Governo fez na Assembleia Legislativa, aquando da discussão da lei da habitação económica. Nessa altura, as autoridades prometeram aos deputados que o preço rondaria as 1.100 patacas”.

 

O preço, defende a Novo Macau, devia ser fixado pelos custos de produção em vez de ter por base os valores praticados no mercado. Para já a associação não vai entregar uma petição ao Governo sobre a questão. Mas Jason Chao garante que vai acompanhar de perto as novas medidas e não vai desistir de saber quem faz parte da comissão que fixa os preços para a habitação económica. “Nós, a Associação Novo Macau e os deputados, vamos seguir de perto os desenvolvimentos na habitação pública, as construções, a venda, etc. Entretanto, também vamos exigir ao Governo que divulgue o nome dos responsáveis que integram a comissão que define os preços para a habitação económica e como chegaram a estes valores”.

 

Os preços para a habitação económica da Ilha Verde marcaram a conferência de imprensa, desta tarde, da Novo Macau. Os preços dos apartamentos com dois quartos variam entre as 814 mil patacas e 1,125 milhões de patacas. Já nos apartamentos T3 o mais barato custa 1,067 milhões de patacas e o mais caro 1,546 milhões de patacas.