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Governo atento à detenção de activistas na região de Diaoyu
Quinta, 16/08/2012

O Governo da RAEM garante estar a avaliar o caso da detenção, por parte das autoridades japonesas, de um grupo de activistas que partiu no domingo de Hong Kong em direcção às Ilhas Diaoyu para reivindicar a soberania da China sobre o arquipélago. A bordo da embarcação de pesca estavam militantes de Macau, de Hong Kong e do Interior da China.

 

Numa breve nota enviada ontem à noite, o Executivo da RAEM acrescenta que apoia “incondicionalmente” a posição do Ministério chinês dos Negócios Estrangeiros de exortar as autoridades japonesas a não fazerem nada que possa pôr em causa a segurança e os bens dos cidadãos chineses.

 

Em Hong Kong, o Chefe do Executivo foi mais longe. CY Leung convocou o cônsul-geral do Japão para protestar contra a detenção dos activistas. O líder do Governo de Hong Kong disse ao cônsul que as ilhas Diaoyu pertencem ao território chinês desde tempos remotos e que os cidadãos de Hong Kong têm sentimentos fortes sobre o assunto. CY Leung afirmou ainda estar muito preocupado e apelou ao Governo japonês que liberte os 14 activistas o mais rapidamente possível. Um apelo, de resto, deixado também por Pequim.

 

Ontem, a polícia japonesa começou por deter cinco activistas que tinham chegado à costa. Mais tarde deteve outros nove manifestantes. Os activistas integram o chamado Comité de Acção para a Defesa das Ilhas Diaoyu, ilhas reclamadas pela China, pelo Japão e por Taiwan.