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Chui Sai On na AL: José Drummond defende melhor cultura
Quinta, 09/08/2012

Mais transparência na relação do Governo com deputados e sociedade civil, mais e melhor saúde, uma cultura de nível mundial. Se José Drummond fosse Chefe do Executivo, estas seriam as prioridades na acção governativa. Na véspera da segunda deslocação do ano de Chui Sai On à Assembleia Legislativa, a Rádio Macau foi saber o que pensam residentes ligados a diferentes sectores de Macau.

 

O artista plástico tem planos para a cultura, mas não só – e começa por defender uma ideia que, assume, é “uma utopia”: o fim do jogo. "Acabava com o jogo porque os benefícios que trouxe são muito reduzidos em relação aos problemas que entretanto generalizou".

 

Num plano mais prático, o vice-presidente da Art for All considera que é necessária mais transparência entre Governo, poder legislativo e organizações da sociedade civil, sendo que sugere ainda uma “nova meta” para a reforma política, por entender que as metodologias adoptadas para a eleição dos deputados e a escolha do Chefe do Executivo “não são representativas da população de Macau”.

 

Na área social, José Drummond identifica, desde logo, “graves deficiências” na saúde: “O novo hospital público merece ser apresentado muito mais urgentemente do que a meta que está estabelecida”.

 

O artista plástico propõe ainda uma entidade reguladora dos preços da habitação e bens do consumo. Quanto à área em que trabalha, José Drummond defende um complexo dedicado à cultura, com “um museu para arte contemporânea que não esteja dependente da função pública e que possa, por exemplo, contratar para director alguém vindo de um outro museu internacional”.

 

José Drummond foi um dos entrevistados da Rádio Macau, que tem estado ao longo desta emissão a ouvir pessoas de diferentes quadrantes sobre as prioridades que o Executivo deve ter em conta na governação do território.