Em destaque

14 de Fevereiro 2019: às 12h30, o BNU negociava 1 euro por 9.1522 patacas e 1.1278 dólares norte-americanos.

PJ identifica suspeito de homicídio na Taipa
Segunda, 30/07/2012

Já há um suspeito identificado no caso da mulher sino-japonesa que apareceu morta este mês num apartamento da Taipa. É um nipónico que terá fugido para o Japão, logo a seguir ao crime, que dividia apartamento com a vítima. Ao que tudo indica, seria namorado da vítima.

 

A Polícia Judiciária (PJ) prefere não especular o que terá estado na origem do crime – razões para a morte da mulher de 31 anos só serão avançadas depois de ser detido o suspeito identificado. As autoridades já entraram em contacto com a polícia japonesa.

 

O corpo da mulher foi descoberto no passado dia 19, num apartamento da Rua de Tai Lin, na Taipa, mas terá sido morta entre os dias 5 e 7 deste mês. A vítima chegou a 5 de Julho a Macau, acompanhada pelo namorado, sendo que o homem deixou o território dois dias depois, através do Aeroporto Internacional de Macau. A Polícia Judiciária presume que fugiu logo após ter cometido o crime.

 

As autoridades descartam que o homicídio tenha alguma ligação à criminalidade organizada e afastam a presença de seitas japonesas a operar em Macau.

 

Questionado sobre os dois homicídios que se registaram no Hotel Grand Lapa, a Judiciária não encontra qualquer relação com o caso da Taipa. Mas Julho foi um mês atípico no número de homicídios – a polícia promete continuar a trabalhar no combate a este tipo de criminalidade.

 

Ainda hoje, a PJ deu hoje conta de dois casos de burla que envolvem cheques sem cobertura. O primeiro caso tem como suspeito um homem de 60 anos, que pediu 250 mil patacas emprestadas a um amigo. Na altura de pagar, o alegado burlão entregou um cheque que a vítima percebeu, mais tarde, não ter cobertura. O suspeito já foi detido.

 

O outro caso tem como vítima uma mulher de 30 anos, empregada de um casino na Taipa. Queixa-se de ter sido enganada por um casal que lhe prometeu uma quota numa sala de jogo VIP, bem como um emprego de gerente. Para entrar no negócio, a vítima teria de entregar um milhão de patacas. A mulher ainda deu metade do dinheiro ao casal mas, como a sala VIP nunca mais entrava em funcionamento, pediu o dinheiro de volta. Foi-lhe entregue um cheque mas, quando foi ao banco, a conta tinha sido encerrada. Os suspeitos já foram detidos: trata-se de um homem coreano e de uma mulher da China Continental.