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Governo deve estudar contratação de mão-de-obra, defende CDE
Sexta, 20/07/2012

A secção para estudo de políticas de recursos humanos do Conselho para o Desenvolvimento Económico (CDE) entende que o Governo deve rever algumas questões da politica de contração de mão-de-obra.

 

O grupo reuniu-se hoje pela segunda vez este ano, deixando uma série de sugestões. O lider da secção, Davis Fong, lembra que “nalgumas indústrias ou trabalhos específicos, há uma necessidade urgente de recursos humanos”.

 

Davis Fong dá o exemplo da indústria de convenções e exposições, que requere trabalho em regime de part-time, mas por períodos bastante limitados.

 

O responsável aponta também para a falta de motoristas profissionais, uma questão importante que obriga a um estudo, que permite encontrar uma solução para resolver a escassez de trabalhadores do sector num prazo de cinco a dez anos.

 

Davis Fong lembra que a maioria dos motoristas tem uma média de idade à volta dos 50 anos, pelo que muitos vão reformar-se e não há jovens a quererem entrar na profissão.

 

“Devemos contar com uma pesquisa científica para compreender algumas indústrias específicas, como a dos motoristas profissionais, os part-times das convenções e exposições, e as indústrias culturais e criativas”, explica.

 

A ideia é que o Governo possa depois criar então políticas específicas para resolver de vez os problemas.Mas há ainda a questão, refere David Fong, da oferta e procura de recursos humanos a médio e longo prazo.

 

De acordo com a comissão é a altura certa para ser também estudada.O Executivo chegou a estudar o problema há quase 10 anos, mas está na altura de fazer uma nova pesquisa sobre o assunto.