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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 20/07/2012

A lei do erro médico, o homicídio de uma mulher na Taipa e as declarações de Francis Tam sobre o aparecimento de casinos na região ocupam as primeiras páginas da imprensa local desta sexta-feira. Em Hong Kong, os jornais destacam as eleições para o Conselho Legislativo, os resultados dos exames finais do ensino secundário e o novo investimento anunciado por Hu Jintao em África.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

Tanto o Ou Mun como o Va Kio fazem manchete com o homicídio da mulher sino-japonesa que foi encontrada ontem na Taipa. O Ou Mun escreve que o assassino terá aumentado a temperatura do ar condicionado para que os vizinhos da vítima não se apercebessem do cheiro do cadáver. Neste jornal, destaque ainda para a acção levada a cabo pela PSP, que ontem esteve no centro da cidade para distribuir panfletos e sensibilizar a população para as medidas a ter no combate à criminalidade.

 

O Va Kio dá espaço a Francis Tam – o secretário para a Economia e Finanças não teme a competição das regiões vizinhas na indústria do jogo e sublinha que Macau tem de apostar no desenvolvimento do turismo.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a dar conta da situação na Síria, que se está a agravar. A rádio sublinha que o conflito está a originar uma fuga para o Líbano, com milhares de pessoas à procura de refúgio no país vizinho.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

Os três diários que se escrevem em português fazem hoje manchete com o mesmo tema: a lei do erro médico. No Jornal Tribuna de Macau, “Assembleia Legislativa defende criação de Ordem dos Médicos”. Já no Hoje Macau lê-se “Sem cura à vista”. O Ponto Final opta pelo título “Médicos na ordem”.

 

Noutros temas que fazem as primeiras páginas desta sexta-feira, o Jornal Tribuna de Macau explica que “telecomunicações lideram queixas no 1º semestre” e conta que “Adelson processa Jacobs e defende Alves”.

 

O Hoje Macau chama à capa o investimento chinês em África: “Hu Jintao anuncia disponibilização de 150 mil milhões de patacas” para o continente. Referência ainda para uma entrevista a Miguel Poiares Maduro, que diz que “o fundo de resgate europeu é apenas um penso rápido”.

 

O Ponto Final ilustra a primeira página com uma fotografia de deputados, com o título “Guerra das audições”. Miguel Poaires Maduro também tem destaque neste diário, com o título “Direito global”.

 

Hoje é dia de publicação de O Clarim. O semanário católico escreve em manchete “Deng ignorado”, para uma fotografia do antigo líder chinês responsável pelas reformas pós-Mao: “Associação patriótica travou processo de abertura”. Nota ainda para as alterações às leis eleitorais aprovadas esta semana: “Sector religioso sem assento” na Assembleia Legislativa.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Daily Times publica uma fotografia do secretário para a Economia e Finanças na primeira página, com o título “Tam não está preocupado com a competição regional, Bloomberry ‘pesca’ filipinos em Macau”. A empresa já contratou mais de 400 trabalhadores de nacionalidade filipina em Macau e em Singapura – vai levá-los de volta ao país natal para trabalharem no Solaire Manila Resort & Casino. O jornal dá também destaque ao caso Steve Jacobs-Leonel Alves, com o título: “Alegações contra Alves e Adelson ‘não vão manchar’ a imagem de Macau”.

 

O Business Daily puxa para a primeira página as taxas de juro em Hong Kong: as novas regras no Reino Unido poderão ter efeitos na Hibor, a taxa da região vizinha, e como consequência no sector imobiliário de Macau. Em foco também os bancos que vão fazer um “teste de laboratório” na Ilha da Montanha: uma série de novas políticas financeiras vão ser testadas em breve na ilha, depois de o Governo Central ter manifestado o desejo de que Henqin se transforme num centro financeiro regional.

 

O Macau Post Daily destaca um caso de polícia para manchete – o homicídio da mulher sino-japonesa, cujo cadáver foi ontem encontrado num apartamento na Taipa. Ainda na primeira página deste jornal, em foco está o casino que vai abrir portas em Manila e que veio buscar trabalhadores a Macau: são filipinos que conhecem o modo de agir e de pensar dos clientes chineses. 

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O South China Morning Post faz manchete de “lacunas” na lei eleitoral da região vizinha: “41 empresas com direito a voto estão registadas no mesmo endereço”. Estas companhias participam no sufrágio de Setembro para o Conselho Legislativo – podem votar para os assentos destinados ao sector do comércio. Foram ainda descobertas outras 28 empresas que também partilham a morada. Em vez de uma só fotografia, o South China publica hoje uma sequência de imagens de um caso que está a dar polémica: um circuito de videovigilância registou três trabalhadores de uma ambulância a arrastarem um doente pelo chão. O homem estava semi-inconsciente, foi arrastado até ao elevador, puxado depois para a entrada do prédio e ali deixado enquanto os socorristas foram buscar uma maca. O caso aconteceu no início deste ano e está agora a ser investigado.

 

No China Daily, uma fotografia de Hu Jintao com vários líderes africanos: o Presidente chinês anunciou ontem ajuda para vários países de África. Noutro destaque, as despesas das agências governamentais de nível ministerial, que começaram a ser tornadas públicas. A partir de agora, vai ser possível saber quanto é que os ministros gastam em carros e viagens.

 

No Standard, os resultados do exame final do ensino secundário – só um sexto dos mais de 73 mil candidatos conseguiu garantir o subsídio para quatro anos de frequência universitária. Em fotolegenda, a queda de uma árvore centenária numa rua movimentada de Tsim Sha Tsui: cinco pessoas ficaram feridas.