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PJ quer criar base de dados de ADN e já iniciou estudo
Quarta, 11/07/2012

A Polícia Judiciária (PJ) pretende criar o mais depressa possível uma base de dados de ADN. Segundo o director da PJ, Wong Sio Chak, em Abril último foi já iniciado o estudo sobre a legislação necessária, relativa à aquisição, gestão e utilização das informações pessoais. O objectivo é entregar ao Governo, a breve prazo, a proposta legislativa e o projecto de lei para a criação da base de dados de ADN, afirmou Wong Sio Chak, lembrando que "é preciso garantir os direitos fundamentais de cada indivíduo na recolha e utilização dos dados".

 

O director da PJ falava esta manhã na entrega de prémios do Dia da Judiciária. No discurso frisou ainda a variedade de modelos de operação nos crimes relacionados com o jogo, sublinhado que a PJ "tem estabelecido uma boa coordenação com a segurança dos casinos, mas não chega".

 

Para Wong Sio Chak mantendo o modelo tradicional de patrulhamento "torna-se difícil melhorar a eficácia, além de que não foi fornecida aos agentes a devida preparação". E assim, conclui, a Polícia Judiciária "tem dificuldades em garantir uma intervenção activa". Por isso, segundo Wong Sio Chak, "são necessários fazer ajustamentos, tanto na forma de organização como no método de distribuição dos recursos".

 

O responsável da PJ sublinhou ainda que foi já criado o Grupo de Operações Especiais para Patrulhamento em Estabelecimentos de Jogo e os resultados são já visíveis. Os crimes de agiotagem registaram uma quebra de quase 20 por cento face ao ano passado.

 

À margem do evento Wong Sio Chak disse aos jornalistas que a PJ está atenta ao caso do New Century e à agressão dentro do hotel do promotor de jogo Ka Si Wai. O director da Judiciária disse que estão nesta altura em curso investigações aos casos, considerando que estes foram casos isolados, não se podendo concluir que as seitas estão mais activas.