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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quarta-feira)
Quarta, 11/07/2012

Os temas são diversificados nos vários jornais de Macau. Os matutinos em língua chinesa dão destaque à detenção de 25 trabalhadores ilegais e a outros casos de polícia. Os jornais de Hong Kong focam a política de Pequim e ainda há espaço na capa para os preparativos para os Jogos Olímpicos de Londres.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Va Kio traz as contas públicas para a manchete: as receitas representavam cerca de 61 mil e 600 milhões de patacas nos primeiros seis meses do ano, num aumento de 10 por cento face ao período homólogo do ano passado. Ainda na capa, a detenção de 32 pessoas, entre as quais estão 25 trabalhadores ilegais. A PSP revela que o empreiteiro “fugiu por uma passagem secreta em baixo de uma cama”. Noutro caso de polícia, cinco jovens foram detidos por furto de telemóveis e agressão a outros dois adolescentes (um com 13 e outro com 14 anos); quatro dos cinco jovens detidos foram acusados do crime de associação criminosa e roubo.

 

O Ou Mun também coloca em grande plano a operação policial que levou à detenção de 25 trabalhadores ilegais. A Federação das Associações de Operários de Macau já comentou o caso e pede mão pesada para patrões que contratem trabalhadores ilegais, de forma a que a lei tenha, de facto, um efeito dissuasor. O matutino diz ainda que, no próximo mês, 3.700 docentes recebem subsídio para o desenvolvimento profissional. Outro título refere que “a Assembleia pretende prolongar a sessão legislativa até ao final de Agosto”, por causa do actual “engarrafamento” de propostas de lei. O jornal tem mais uma chamada de capa com os serviços de tele-assistência: “duplicou o número de pessoas que pedem assistência para chegar ao hospital”.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

Nesta manhã informativa, a Ou Mun Tin Toi dá conta que o secretário para a Segurança autoriza a instalação de 1350 sistemas de videovigilância pela cidade.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Daily Times escreve que Governo é “acusado de conluio com operadoras de autocarros na subida das tarifas”; grupo civil está a recolher assinaturas contra aumento de 23 por cento. Noutro título, “Coutinho questiona declarações do Chefe do Executivo sobre o caso Leonel Alves”. O deputado entregou uma carta na sede do Governo a pedir esclarecimentos.

 

O Business Daily diz “mito grego apanhado em acção judicial da Amax”. O económico revela que a possível separação de operações entre a empresa de promotores de Jogo, Amax Holdings, e o casino, Greek Mythology, foi colocada de lado depois da Amax ter avançado para tribunal. Numa chamada de capa, o matutino revela ainda os preços das viagens na nova linha de comboio entre Zhuhai e Guangzou; um bilhete individual vai custar 36 yuan e um bilhete normal em primeira classe 44 yuan.

 

O Macau Post destaca Ká Ho, porque os residentes “estão preocupados com a deterioração do meio ambiente”. Moradores receiam impacto dos dois projectos de obras públicas de grande escala: a nova prisão e o túnel, que vai ligar Ká Ho à Vila de Coloane. Na capa ainda a notícia de que Wen Jiabao tem como prioridade “a árdua tarefa de estabilizar o crescimento” na China.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Jornal Tribuna de Macau revela que “teatro maquista quer encontro com o Governo já para a semana”; Miguel Senna Fernandes pretende política geral de defesa do património intangível. No destaque fotográfico, o matutino faz referência a uma reportagem sobre o futuro dos quiosques de Macau.

 

O Ponto Final escreve que “laços de amizade” com o maior jornal de língua chinesa, o Ou Mun, faz com que o Centro de Estudos de Desenvolvimento de Qualidade dos cidadãos de Macau não pague renda. Na fotografia o secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que garante que os estados membros veriam “com muito agrado” uma possível adesão de Macau.

 

O Hoje Macau faz manchete com a especulação imobiliária que está “sem rédeas”. O deputado Lee Chong Cheng acusa o grupo de trabalho criado pelo Governo de “não fazer nada” e exige medidas concretas para o combate a um dos maiores problemas do território.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O South China Morning Post diz que a cobertura televisiva gratuita dos Jogos Olímpicos está garantida, apesar da luta entre as emissoras sobre os direitos de transmissão. O destaque fotográfico é “um mar de problemas”, com a publicação de uma imagem dos ministros dos negócios estrangeiros durante a reunião da Associação das Nações do Sudeste Asiático, na capital do Camboja; “ministros querem uma convenção das Nações Unidas como base para resolução da contenda no Mar do Sul da China”.

 

O China Daily destaca o primeiro-ministro chinês. Lê-se “Wen Jiabao focado na estabilização do crescimento”. Wen sublinha importância do investimento durante encontro com empresários. Neste matutino também em foco os Jogos Olímpicos, com uma fotografia do campeão olímpico de judo, Tong Wen, a partilhar um momento divertido com os colegas de equipa; este momento foi captado durante a cerimónia em que foram anunciados os atletas que compõem a delegação para os Olímpicos. No título da notícia está escrito “Pode haver menos momentos de ouro em Londres”.

 

Por último, o Standard diz que sindicatos dos trabalhadores do metro de Hong Kong não desistem de aumentos na ordem dos 8 por cento. Os sindicatos estão insatisfeitos, apesar de empresa ter anunciado subidas salariais até 7,8 por cento, a partir deste mês, para 14 mil empregados do metro.