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DSAL traça balanço positivo do plano de estágios na China
Segunda, 25/06/2012

Os Serviços para os Assuntos Laborais (DSAL) mostram-se satisfeitos com os resultados do programa de estágios no Interior da China. Ainda assim, admitem que há jovens que não concorrem, porque entendem que os salários são baixos.

 

A iniciativa foi lançada há três anos e desde então foram 141 os recém-licenciados de Macau que concluíram a formação no terreno. O “Plano de Estágio no Interior da China para alunos graduados em instituições de ensino superior” já custou aos cofres da RAEM 5,2 milhões de patacas e Hung Ling Biu, da DSAL, fala em “resultados notáveis”.

 

O chefe do departamento de formação profissional não avança números concretos, mas garante que uma parte dos jovens que concluíram o estágio com um bom desempenho foi contratada por empresas do Interior da China com sucursais em Macau.

 

Ainda assim, segundo o Canal Chinês da Rádio Macau, o certo é que há estudantes universitários que não ponderam aderir ao programa, porque queixam-se do baixo valor dos salários. Hung Ling Biu explica que o estágio é não remunerado durante os primeiros seis meses, mas o Governo atribui aos estagiários um subsídio mensal de 5 mil e 500 patacas.

 

As inscrições para o plano deste ano já estão abertas e há 70 vagas a concurso, em áreas como a das finanças, da medicina ou das operações de trânsito ligadas ao metro ligeiro. O Governo não exclui a hipótese de alargar o número de lugares disponíveis, se houver demasiados candidatos inscritos.