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PATA: Macau tem de criar marca única
Terça, 19/06/2012

O relatório da Associação de Turismo da Ásia Pacífico (PATA) coloca grande ênfase nos produtos culturais e, em especial, na criação de uma marca de Macau, que tem de ser “única”.

 

O secretário para os Assuntos Sociais e Cultura concorda com a aposta nos produtos turísticos e promete uma maior atenção aqueles que ultrapassam o âmbito do jogo. “Vamos programar mais produtos turísticos para atrair visitantes (...) para hotéis e resorts, para provarem a comida,  - chinesa, portuguesa e macaense -, e também para verem a cultura, que é tão linda e especial, uma mistura da chinesa e portuguesa”, disse, em declarações aos jornalistas, no final da apresentação do relatório.

 

Cheong U admite ainda que uma nova política para tornar Macau num Centro Mundial de Turismo e Lazer não se faz de um dia para o outro. O secretário diz que os primeiros resultados só serão visíveis daqui a cinco anos, embora uma nova abordagem para a divulgação da cidade como um destino turístico possa começar a ser feita já no próximo ano. “O Governo não pára de trabalhar. Vamos, no próximo ano, tentar promover mais o nome do turismo de Macau junto dos países da Ásia Oriental, como Japão, Coreia, Índia, Rússia, entre outros.”

 

Já o director dos Serviços de Turismo indicou que pelo menos uma decisão foi tomada, depois de conhecidas as conclusões do relatório da PATA. Em breve, irão ser criadas equipas de acompanhamento para os diferentes sectores turísticos, “para que se possa ter a preparação de uma visão de longo prazo” e, ao mesmo tempo, “possam já ser desenvolvidas acções concretas”.

 

No entanto, João Costa Antunes destaca que uma “visão a longo prazo e o desenvolvimento de metodologias para o turismo” implicam o esforço conjunto de todos os departamentos governamentais.  “Pretendemos, através deste relatório, que haja como que um reassumir da necessidade de trabalharmos cada vez mais perto uns dos outros. Não é possível algum departamento pensar, hoje em dia, que poderá realizar completamente as suas funções sem haver interdepartamentalidade, sem haver a colaboração de todos os outros departamentos”.