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Vivendas da Coronel Mesquita abrem para os 20 anos da RAEM
Terça, 22/01/2019
As vivendas de estilo português da Avenida Coronel Mesquita vão ser abertas ao público em breve, mas ainda não se sabe em que moldes. De acordo com a presidente do Instituto Cultural (IC), as actividades nas casas vão estar inseridas nas comemorações dos 20 anos da passagem de soberania.

“Vamos abrir ao público, de forma faseada, as casas da Avenida Coronel Mesquita. Quanto ao pedido de utilização desses espaços por parte de associações, posso dizer que é um dos pontos que estamos a ponderar. Vamos ver se abrimos através de associações ou mesmo ao público, para pessoas individuais. Vamos estudar sobre o que fazer com aquela área”, disse Mok Ian Ian, depois da tomada de posse de Chan Kai Chon como novo vice-presidente do Instituto Cultural.

Ao todo são 12 as casas situadas na Avenida Coronel Mesquita.

Mok Ian Ian abordou também a questão da antiga Fábrica de Panchões Iec Long. A presidente disse que o Governo aguarda para esclarecer algumas questões relacionadas com o antigo proprietário do terreno e só depois “vai ter um plano para o espaço”, que passa por classificar o terreno e dedicá-lo às indústrias criativas e culturais.

Recordamos que o Governo já recuperou parte do terreno da antiga fábrica da Taipa e a operação de reaver o terreno começou no início do mês.

Quanto ao novo elemento da direcção do IC, Chan Kai Chon deixa a liderança do Museu de Arte de Macau, onde estava desde 2017. À frente do museu vai ficar, na condição de directora-substituta, Dora Loi. Mok Ian Ian referiu que o futuro director definitivo “vai sair da estrutura do Instituto Cultural”.

Por último, a presidente do IC garantiu que o processo de recrutamento de professores para o conservatório, que começou em 2016 devido à falta de docentes, vai estar concluído “até Setembro”.

Mok Ian Ian foi também questionada sobre o caso de alegada burla que envolve a empresária Isabel Chiang. A presidente disse que o Instituto Cultural “não deu qualquer apoio ao Festival da Travessa do Armazém Velho”, que está na base da investigação à empresária.

João Picanço