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Ateliê João Lúcio Lopes vai reabilitar Palácio Sommer
Quarta, 19/12/2018
A reabilitação do Palácio Sommer, em Lisboa, vai ficar a cargo do ateliê João Lúcio Lopes Arquitectos. É uma informação da Fundação Macau à TDM - Rádio Macau.

A primeira fase do projecto de arquitectura foi submetida à Câmara Municipal de Lisboa para aprovação. O Projecto de Execução ainda deve demorar um ano até ser concluído e aprovado.

Após as obras de recuperação, o edifício situado no Campo Mártires da Pátria será entregue à Delegação Económica e Comercial de Macau, um serviço de representação da Região Administrativa Especial, actualmente sedeado na Avenida 5 de Outubro.

A Fundação Macau ressalva que ainda é prematuro falar em datas para o arranque das obras de reabilitação do palacete construído no início do século XX, com três andares e um jardim, numa área total de 2.634 metros quadrados.

“Relativamente ao início da obra, ainda não existe a aprovação da concepção da arquitectura, nem uma estimava rigorosa que permita, neste momento, decidir sobre a fase de obra, sendo prematuro avançar com uma data”, refere em resposta à Rádio.

O edifício foi comprado em 2014 pelo empresário Liu Chak Wan por cerca de 70 milhões de patacas – um negócio que não foi tornado público. O empresário, que é também membro do Conselho de Curadores da Fundação Macau, acabou por, um ano depois, vender o imóvel pelo mesmo preço que comprou à Fundação.

Três anos depois da aquisição do imóvel, a Fundação Macau diz que está concluída a Inspecção e Ensaios da Superestrutura, realizada pela NCREP, e que está em curso a Prospecção Geotécnica e Caracterização das Fundações, a cargo da Geocontrole.

Já o projecto de arquitectura, a cargo do ateliê João Lúcio Lopes Arquitectos, foi seleccionado entre seis propostas submetidas por sete empresas de arquitectura, todas com sede em Lisboa.

A primeira fase – o Projecto Base de Arquitectura –, já foi submetida à Câmara Municipal de Lisboa (CML) para aprovação. Falta apresentar o Projecto Base de Especialidades e o Projecto de Execução.

A Fundação Macau prevê que “o Projecto de Execução esteja concluído e aprovado no final de 2019, dependendo dos tempos de aprovação da CML e da Direcção Geral do Património Cultural”.

Já sobre o custo da obra, a Fundação Macau diz que só poderá ser estimado com algum rigor após a elaboração do projecto.

Fátima Valente