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Novo Macau questiona ampliação da ala feminina da cadeia
Sexta, 13/04/2012

A Associação Novo Macau questiona os montantes envolvidos na ampliação da ala feminina do Estabelecimento Prisional (EPM). Numa interpelação escrita ao Governo, a associação começa por lembrar que as actuais instalações estão saturadas. No final do ano passado, a ocupação da ala feminina era de 83 por cento.

 

O director do EPM indicou, anteriormente, que a ampliação seria feita de uma forma provisória, o que permitiria a transição para a nova cadeia. No entanto, as obras de ampliação, que deviam ter começado em Novembro e ficado concluídas no segundo trimestre deste ano, ainda nem sequer começaram.

 

Paralelamente, foi concluída em Fevereiro a primeira fase dos trabalhos do novo Estabelecimento Prisional, devendo estar quase a começar a segunda. O que levanta a possibilidade, de acordo com o texto da associação, da nova cadeia ficar pronta quase ao mesmo tempo que a ampliação da actual.

 

A associação questiona também qual o preço previsto para a ampliação, já que o director do EPM terá dito, ao jornal Cheng Pou, no início de Novembro, ser de 24,8 milhões de patacas, enquanto um despacho do Chefe do Executivo refere um contrato com a construtora no valor de cerca de 32,5 milhões patacas. Pelas contas da Novo Macau ao valor do contrato, como a ampliação significa mais cem camas na ala feminina da cadeia, cada uma vai custar cerca de trezentas mil patacas.