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TNR queixam-se de falta de informação durante o Mangkhut
Terça, 18/09/2018
A Cáritas tem recebido pedidos de apoio de trabalhadores não residentes na sequência do tufão Mangkhut, que se queixam de falta de informação durante a tempestade. O secretário-geral da organização, Paul Pun, diz que esta tem sido uma das queixas apresentadas por trabalhadores estrangeiros.


“Alguns deles não sabiam onde eram os centros de abrigo e nós conseguimos ajudá-los. Eles não receberam a informação, aliás, tinham muito pouca informação sobre o que se estava a passar. A verdade é informação foi passando e esta linha telefónica já é muito conhecida entre os trabalhadores não residentes”, disse Paul Pun.

Por causa do tufão Mangkhut, a Cáritas lançou duas linhas telefónicas de apoio, uma em língua inglesa para trabalhadores não residentes (28525777) e outra para falantes de chinês (28939363). As duas linhas vão continuar em funcionamento por tempo indeterminado.
Paul Pun diz que, desta vez, o Governo preparou-se melhor para responder ao tufão, mas ressalva que os ventos do Mangkhut foram menos devastadores que os do Hato.

“Quando existe preparação, quando o Governo toma as diligências necessárias, quando existe cooperação por parte dos cidadãos e entreajuda – e isto é fundamental, a cooperação entre as pessoas – então estes são os factores fundamentais para prevenir os desastres”, declara.
A Caritas está a estudar a criação de um mecanismo de apoio a turistas durante as tempestades tropicais. O secretário-geral da Caritas diz que uma cidade que recebe 30 milhões de turistas por ano tem de ter uma uma resposta pensada para os visitantes.

“O meu próximo passo é preparar algo para os turistas. Nós não somos a Direcção dos Serviços de Turismo mas acredito que durante a época dos tufões os turistas podem também necessitar de algum apoio. Estou a pensar nas pessoas que ficam retidas, que estão no aeroporto ou no terminal marítimo. Julgamos que podemos prestar apoio da mesma forma que o fazemos para trabalhadores não residentes”, aponta.

Uma linha telefónica direccionada para turistas é uma das possibilidades que está a ser estudada.

André Jegundo