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Chui quer melhorar infraestruturas e portões anti-cheias
Terça, 18/09/2018
O Chefe do Executivo, Fernando Chui Sai On, diz que há três pontos a melhorar na prevenção contra os tufões: a construção das infraestruturas básicas, os portões contra inundações nas zonas baixas, e a formação do pessoal.

“Há muito para melhorar. Temos de reforçar as nossas infra-estruturas básicas e depois, nas zonas baixas, temos de melhorar os portões de combate da água, e em termos de formação de pessoal”, afirmou, esta tarde, em declarações aos jornalistas à entrada de uma reunião para apresentação do balanço sobre os trabalhos de resposta ao super tufão “Mangkhut”.

Chui Sai On sublinha a ideia de que “o mais importante foi não ter havido vítimas mortais”.

“Foi mais ou menos aquilo que estava previsto. Houve alguns problemas de interrupção de água e de energia, e tentámos tomar medidas para reduzir o seu impacto”, acrescentou.

O Chefe do Executivo referiu que o Governo activou o trabalho de rescaldo “muito cedo”.

”Conseguimos, em colaboração com as associações cívicas, com os voluntários da Administração Pública, da PSP, ajudar no trabalho de rescaldo e, pelos vistos, os seus efeitos foram bastante positivos porque quase toda a sociedade já conseguiu entrar em ordem e a população também já retomou a vida normal”, adiantou.

Chui Sai On destacou o trabalho de todos os elementos da estrutura da Protecção Civil, que “conseguiram demonstrar o seu profissionalismo”, e elogiou, em especial, o pessoal da linha da frente, que “pôs em causa a própria vida e contribuiu bastante para este resultado”.

“O impacto deste super tufão Mangkhut era muito grande e para que pudéssemos reduzir os seus danos, todo o Governo envolveu-se e mobilizou o pessoal, o seu mecanismo de preparação de plano de contingência, tendo sempre como prioridade a protecção da vida”, sublinhou.

Observou também que este é o resultado da “experiência preciosa” e do trabalho feito ao longo do último ano.

“Antes tínhamos preparado o trabalho, em conjunto com as organizações e associações cívicas para, em conjunto, combater esta tempestade e a própria consciencialização da população subiu bastante”, salientou.

Fátima Valente