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Canídromo: Novo plano prevê piscina e polidesportivo
Quarta, 29/08/2018
Áreas desportivas, criar espaços educacionais, sociais e governamentais e uma área subterrânea de prevenção de desastres. É assim o estudo do Conselho do Planeamento Urbanístico (CPU) para aproveitar o terreno do canídromo.

O plano ainda é preliminar e requer estudos mais aprofundados. A ideia sugere que se mantenha e melhore o Centro Desportivo Lin Fong, com o campo de futebol e a pista de atletismo, acrescentando uma piscina e um pavilhão polidesportivo. A zona desportiva vai ocupar 65 por cento dos cerca de 40 mil metros quadrados da área.

Depois, perto de 20 por cento da área vai ser direccionada às instalações educativas. Está definido o espaço mas não quantas, nem quais as escolas que vão ficar na parte norte do terreno.

A sul, em dez por cento da área vão ser instaladas as estruturas de serviços sociais e governamentais. O plano diz que procura edificar “instalações de serviços públicos que não necessitem de ocupar individualmente um terreno”.

Os restantes cinco por cento do terreno vão ser zona para peões.

A área de prevenção de desastres já tinha sido mencionada pelo Chefe do Executivo na Assembleia Legislativa, no início do mês. É proposto que a área subterrânea seja mantida, podendo servir “de instalações de prevenção de desastres, dando lugar, por exemplo, a um reservatório”, pode ler-se no plano.

O primeiro esboço do projecto propõe também uma requalificação do ordenamento do trânsito na zona. É sugerido que a Avenida do General Castelo Branco “passe a ter três faixas de rodagem, no sentido sul”. Prevê-se que a ideia venha ajudar a diminuir o congestionamento de trânsito da zona.

O complexo pode vir a ter também um parque de estacionamento, “que não deve ter capacidade inferior a 400 lugares”. Todos os elementos do CPU que deram opinião sobre este ponto consideraram que 400 lugares é pouco. O presidente do conselho, Li Canfeng, lembrou que o número é apenas “o mínimo exigido”. Actualmente, há quatro auto-silos públicos que disponibilizam 4000 lugares.

A zona é das mais populosas do território e o plano prevê que venha a ter um aumento de 13 mil pessoas.

O projecto quer manter o destaque dado à colina de Mong Há e que continue bem visível a paisagem natural existente na zona.

João Picanço