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Feira de Marca e de Franquias devem atrair 80 mil visitantes
Sexta, 27/07/2018
Até ao próximo Domingo, mais de 80 mil visitantes devem marcar presença na Feira de Produtos de Marca Guangdong e Macau e na Feira de Franquias, que arrancaram hoje no Venetian. São as previsões do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento. Este ano, na Feira de Franquias, apesar dos apoios financeiros que são atribuídos, há apenas 3 marcas portuguesas, menos três do que no ano passado.

Pedro Ruiz, da Associação Portuguesa de Franchising e representante de duas marcas, diz que apesar dos subsídios concedidos pela organização, o período de Verão não é o melhor para as empresas portuguesas. “Isto é muito longe e o pior de tudo não é a distância, é a altura do ano. É a altura de férias e em Portugal ninguém quer vir nesta altura para cá”, afirma.

Para a Metro Kids, uma marca de roupa de bebé e criança, esta é a segunda presença na Feira de Franquias. A empresa já conta com cinco lojas abertas na China Continental mas está há procura de um novo parceiro para o mercado chinês mas também Hong Kong e Macau. A primeira experiência na China Continental ficou aquém do esperado.

“O nosso parceiro no franchising começou por criar-nos muitas expectativas de abrir 50 lojas e neste momento ficámos por um décimo do nosso objectivo”, lamenta Nuno Oliveira, director da empresa.

Para contornar as taxas aduaneiras aplicadas pela China aos produtos da Metro Kids, que tornam os preços menos competitivos para o mercado chinês, a empresa está a ponderar abrir uma unidade de produção no país.

A Viva Fit, um ginásio só para mulheres, é outra das marcas portuguesas na Feira de Franquias. Conta com um ginásio em Taiwan e quer entrar no mercado da China Continental. Em Macau, apesar das tentativas, os preços das rendas de imóveis têm sido um obstáculo.

A empresa já conta com ginásios só para mulheres em Omã, no Dubai e, Abu Dabhi, no Paquistão e na Índia. Nos países árabes, as limitações impostas os direitos das mulheres têm alimentando o negócio.

“Em todos os países há um nicho de mulheres que prefere fazer exercício sem a vista dos homens. É claro que nos países árabes e muçulmanos é obrigatório portanto o mercado é muito maior”, aponta. No próximo mês há mais duas inaugurações programadas: no Kuwait e no Qatar.

André Jegundo