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Cães:Concessões só por concurso público; criada linha aberta
Sábado, 21/07/2018
O secretário da Economia reiterou hoje a intenção de concretizar alterações à lei das concessões de jogo reiterando que, no futuro, todas serão atribuídas por concurso público.

São declarações feitas na sequência do encerramento do Canídromo e do episódio relativo à incerteza que reina face ao destino dos trabalhadores da companhia Yat Yuen - até ontem concessionária das corridas de cães - mas também dos cerca de 550 galgos que ainda permanecem naquelas instalações.

Hoje de manhã, dezenas de funcionários da Companhia de Corridas de Galgos deslocaram-se ao Canídromo para continuar a trabalhar no local e tratar dos cães, mas foram impedidos de entrar pelos técnicos do IACM que tomaram conta do equipamento.

Perante esta situação, a Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais enviou pessoal para o local para se inteirar da situação e acompanhar os casos destes trabalhadores. Num comunicado, a DSAL garante que está “atenta aos últimos desenvolvimentos” e pretende ajudar “os trabalhadores que precisem de conjugação de emprego”. Anunciou tambem “a criação de uma linha aberta destinada ao pessoal daquela empresa para pedido de informações ou esclarecimentos”.

O comunicado da DSAL recorda ainda que a Companhia de Corridas de Galgos de Macau tem de cumprir as leis laborais devendo proceder aos trabalhos para ajudar o pessoal na reconversão profissional ou na desvinculação da empresa.

A este propósito, hoje mais cedo, a empresa Yat Yuen já tinha libertado um comunicado a dizer que, a partir de segunda-feira, vai oferecer postos de trabalho aos 129 funcionários que, ontem, ficaram sem ocupação. As vagas serão do universo das empresas pertencentes à Sociedade de Jogos de Macau (SJM), Macau Jockey Club e Macau Slot.

O comunicado refere, ainda, que os ex-funcionários do Canídromo vão ser prioritários nas contratações para o novo “resort” da SJM, o Grand Lisboa Palace que, de momento, se encontra em construção no Cotai.

Carlos Picassinos