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GIT: Bilhetes de metro próximos das tarifas de autocarros
Terça, 17/07/2018
Os bilhetes de metro vão ser ligeiramente mais caros do que os de autocarro, com o Governo a admitir subsidiar as tarifas, tal como acontece com o serviço público de transportes colectivos rodoviários de passageiros. A informação foi avançada hoje pelo coordenador do Gabinete para as Infra-estruturas, Ho Cheong Kei.

“Temos de ter em consideração os preços dos autocarros porque a linha da Taipa não é muito atractiva e queremos atrair mais cidadãos. Portanto, temos de reduzir um pouco o preço dos bilhetes do metro. Também vamos pensar num subsídio”, disse Ho.

O Governo mantém que a linha da Taipa vai começar a funcionar já no próximo ano, apesar de ainda não haver datas para a criação da empresa de capitais públicos que vai ser responsável pelo metro. “Está na fase de procedimento administrativo”, disse o coordenador do GIT.

Em Abril, foi público que o Governo contratou a MTR Corporation, de Hong Kong, também para prestar “serviços de assistência à operação e manutenção” da linha Taipa, pelo valor global de 5,88 mil milhões de patacas. O contrato é válido por cinco anos e abrange a composição da equipa de operação.

Ho Cheong Kei reiterou que estão o contrato prevê penalizações e critérios de avaliação para a concessionária: “Vamos ter algumas medidas de fiscalização para ver se as carruagens chegam a tempo, etc. Temos esses indicadores no contrato. Se a empresa não atingir os objectivos, vai ser penalizada”.

Apesar dos atrasos, o coordenador do Gabinete de Infra-estruturas diz que o orçamento para a linha da Taipa continua em 11 mil milhões de patacas. “Estamos a manter o orçamento previsto. A montagem do sistema está na fase de conclusão. Estamos confiantes de que vamos controlar o orçamento previsto. Este valor não inclui a linha de Seac Pai Van: só inclui a linha da Taipa que liga Pai Kok, o Estádio, o Dome até ao Aeroporto Internacional e o Terminal da Taipa”.

Ho Cheong Kei falou aos jornalistas depois de participar numa reunião na Assembleia Legislativa, sobre a evolução das despesas do metro.

Sónia Nunes