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Galgos: DICJ remete plano da Yat Yuen para outros serviços
Quarta, 11/07/2018
A Yat Yuen quer ficar mais 120 dias no canídromo além de 20 de Julho, o fim do prazo da concessão, e usar o Macau Jockey Club para alojar temporariamente centenas de cães até serem adoptados.

Isso mesmo foi pedido pela Companhia de Corridas de Galgos (Yat Yuen) à Direcção de Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ), que remete os pedidos para outras entidades.

Em comunicado, o regulador do jogo explica que, “considerando que depois de 20 de Julho, o aproveitamento do terreno onde se encontra a Companhia de Galgos deixará de incidir sobre a exploração das corridas de galgos, e atendendo que a fiscalização da gestão e aproveitamento do terreno não é da competência da DICJ, o referido pedido será reencaminhado para os serviços competentes”.

Quanto ao pedido para ocupação de forma temporária do Macau Jockey Club para colocar os galgos, a DICJ informa que “deve ser apresentado pela Companhia de Corridas de Cavalos de Macau junto dos serviços competentes pela fiscalização e aproveitamento do terreno, tendo em conta a alteração da finalidade” do lote.

A entidade liderada por Paulo Martins Chan ressalva, ainda, que falta a autorização dos serviços competentes no âmbito da protecção e gestão animal para que possa tomar uma decisão sobre o uso do hipódromo.

A proposta da Yat Yuen, a terceira a ser rejeitada em pouco mais de um mês, foi apresentada ontem, mas o conteúdo só esta hoje foi conhecido.

A empresa tem vindo a solicitar, sem sucesso, o prolongamento do prazo da saída do canídromo, determinado em 2016.

Nesta última proposta, de acordo com a DICJ, a Yat Yuen compromete-se a concluir os processos de realojamento dos galgos e de saída do canídromo até 17 de Novembro de 2018, ou seja, dentro da extensão pretendida de 120 dias.

Hugo Pinto