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Explosão: restaurante seguia regras para armazenar de gás
Quarta, 04/07/2018
O restaurante onde esta noite ocorreu uma explosão cumpria os critérios mínimos de segurança para o armazenamento de botijas de gás e ainda em Maio foi alvo de uma vistoria por parte do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais, que não detectou nada de anormal no estabelecimento.

“De acordo com os nossos dados, o estabelecimento tem a devida licença e tinha apenas quatro botijas. Nos termos da lei em vigor, é este o limite máximo permitido”, indica Delfina To, administradora do IACM.

O instituto admite reunir-se com o Corpo de Bombeiros para avaliar se as actuais regras de segurança devem ser alteradas e vai apurar se há no mercado algum tipo de tecnologia que permita detectar fugas de gás. “Se encontrarmos, nada impede o Instituto de convencer os proprietários a usar esta tecnologia. Mas, mesmo sem isso, há um cheiro típico gás. Portanto, também temos de aumentar a sensibilidade do proprietário para esta questão”, diz Delfina To.

O IACM conta com 100 inspectores para fiscalizar a segurança dos restaurantes. “Para nós, é suficiente”, afirma To.

A administradora do IACM falou aos jornalistas depois de uma reunião na Assembleia Legislativa.

Entre 2011 e este ano, o IACM fez cerca de 2300 vistorias e detectou um total de 698 casos em que os estabelecimentos de comidas e bebidas não respeitaram as regras de segurança para combustíveis.


Sónia Nunes