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Caritas defende “esforço comum” para combater tráfico humano
Sexta, 29/06/2018
O secretário-geral da Caritas em Macau diz que o tráfico humano “não é tão grave na região como noutros territórios”, mas defende que é preciso fazer “um esforço comum” para combater o problema. Em declarações à TDM- Rádio Macau, Paul Pun refere também a importância dos trabalhos de prevenção dos governos dos vários países.

“De acordo com o relatório, Macau mantém a mesma classificação. Na verdade, não estamos em posição de comentar se eles estão certos ou errados. Mas todos temos de fazer algo em conjunto para combater o tráfico humano.
Na sociedade de Macau, cada cidadão tem a responsabilidade de fazer algo para ajudar a reduzir o problema”, afirmou.

Paul Pun reagiu assim ao relatório sobre o Tráfico Humano do Departamento de Estado norte-americano no capítulo sobre Macau. Macau mantém-se, pelo segundo ano consecutivo, no “nível dois de vigilância” da lista de países e territórios que “não cumprem os padrões mínimos da Protecção de Vítimas de Tráfico Humano”. Na hierarquia do Departamento de Estado norte-americano, só há um nível mais grave.

De acordo com Paul Pun, a Caritas não acompanhou nenhum caso de tráfico humano em Macau em 2017, o ano a que se refere o relatório.

A Caritas continua, no entanto, a participar nos seminários internacionais sobre tráfico humano. Um dos mais recentes foi na Tailândia.

Fátima Valente