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24 filmes para conhecer a China e Lusofonia
Terça, 19/06/2018
O festival de cinema é um dos grandes destaques da primeira edição “Festival de Artes e Cultura entre a China e os Países de Língua Portuguesa” para mostrar os mais recentes “desenvolvimentos cinematográficos” destes territórios, assim como “a singular história do cinema em Macau”.

Ao todo são 24 filmes em 23 sessões, para ver na Cinemateca Paixão, entre 30 de Junho e 13 de Julho. Os filmes são seguidos de conversas e sessões de partilha.

O festival abre com “Ira de Silêncio (2017)”, do realizador chinês Xin Yukun; um filme que conquistou o prémio do júri especial e de melhor actor no Festival Internacional de Cinema de Macau.

Seguem-se três longas metragens contemporâneas chinesas – “Velho Animal” (2017), “Livre e Fácil” (2016), e “A Feiticeira Viúva” (2018).

E de seguida, nove filmes dos países lusófonos, incluindo “A Fábrica do Nada” (2017), do realizador português Pedro Pinho, e “Aquarius” (2016), do brasileiro Kleber Mendonça Filho, e “Tabu”, de Miguel Gomes. Em estreia asiática está “Djon África” (2018), uma co-produção de Portugal, Brasil e Cabo Verde.

Este lote de nove filmes inclui as curtas “As Boas Maneiras” (2017), dos brasileiros Juliana Rojas e Marco Dutra, e “Liberdade” (2011), “Comboio de sal e açúcar” (2016), “Loucura” (2018) e “Spell Reel” (2017).

Além disso, vão ser apresentados outros nove filmes e documentários produzidos em Macau entre 1923 e 2015.

De Macau, estão por exemplo “O Estrangeiro” (2009), de Ivo Ferreira, “350 Metros” (2008), de Fernando Eloy, e “INA” (2015), de António Faria. Ainda no programa: “A Última Vez que vi Macau” (2012), dos cineastas João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata.

O consagrado realizador português Manoel de Oliveira estará representado no festival com o documentário “Douro, Faina Fluvial” (1931) e “Aniki Bóbó” (1942), que será o filme de encerramento do festival.

Fátima Valente