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1.º de Maio:Recusada entrada a manifestante do Pearl Horizon
Terça, 01/05/2018
Um proprietário de uma das casas do empreendimento Pearl Horizon foi impedido de entrar em Macau para participar na manifestação convocada para o Dia do Trabalhador, disse hoje o líder de um dos protestos que marcaram o 1.º de Maio.

A denúncia foi feita aos jornalistas pelo líder do grupo de lesados, Kou Meng Pok, aquando da entrega de uma petição na sede do Governo.

A acompanhar Kou Meng Pok estava uma mulher, que disse ser casada com o homem alegadamente impedido de passar a fronteira e de entrar em Macau.

A mulher disse que o homem é portador de bilhete de residente de Hong Kong. Não ficou claro se o homem viu entrada recusada em Macau pelas Portas do Cerco, ou se no terminal Marítimo, nesse caso vindo de ferry proveniente de Hong Kong.

Em declaracões aos jornalistas, Kou Meng Pok referiu-se ao caso como uma ação das autoridades que contribuiu para reduzir a participação no protesto.

O grupo de lesados do Pearl Horizon tinha pedido 5000 pessoas nas ruas, mas de acordo com Kou Meng Pok, os proprietários, familiares e simpatizantes da causa não foram além das 700 pessoas.

Já o Corpo de Polícia de Segurança Pública (CPSP) deu ainda um número mais reduzido, fixando em 520 o número de manifestantes em defesa dos interesses dos compradores de casa no emreendimento que estava em construção na Areia Preta.

Questionado sobre o alegado impedimento de entrada em Macau denunciado pelo grupo do Pearl Horizon, o CPSP disse junto à sede do Governo, que “não comenta casos individuais” e que os procedimentos estão “conforme as regras dos Serviços de Imigração”.

Fátima Valente