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IACM “está mais bem equipado” contra tufões – José Tavares
Quarta, 18/04/2018
O Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM) “está mais bem equipado” para responder aos tufões. A garantia é do presidente do IACM, José Tavares, que obteve um reforço de verbas para a aquisição de novos equipamentos.

José Tavares não precisou, no entanto, o valor da verba.

“O material que possuíamos era o necessário para o trabalho do dia-a-dia. Mas não tínhamos para fazer face a uma catástrofe daquele género [do tufão Hato]. Daí que requisitámos um reforço de verba para aquisição de material. Já está praticamente feita a aquisição, portanto temos o material preparado para quaisquer eventualidades”, afirmou José Tavares à margem de uma reunião da Protecção Civil.

“Requisitámos mais de 100 serras eléctricas ou a gasolina. Temos mais de 200 pás e cerca de 100 mil sacos de plástico”, adiantou, acrescentando que está a ser montado um esquema de distribuição dos equipamentos para os vários centros do IACM.

José Tavares indicou que os cursos de formação para o pessoal do IACM já começaram e que vai estar tudo a postos para a época dos tufões.

Mais de 300 operacionais vão ser mobilizados: cerca de 100 para inspecção sanitária e fiscalização da recolha de lixo, que cabe à Companhia de Sistemas de Resíduos (CSR), e outros 200 para monitorizar as zonas verdes e os esgotos, explicou.

De acordo com José Tavares, o IACM faz inspecção e limpeza dos esgotos a cada duas semanas, mas vai reforçar as acções dois ou três dias antes de ser içado o sinal de tufão.

“A nossa tarefa de prevenção é ter os esgotos garantidos antes da chegada do tufão. Há uma fiscalização dos esgotos e também das zonas verdes, para que nenhuma catástrofe possa derrubar alguma árvore que esteja em perigo iminente de queda”, observou.

Tavares destacou ainda “o contacto directo com a companhia de recolha de lixo para garantir que todo o lixo da cidade é recolhido nas vésperas do tufão”. Isto para “poder receber mais lixo que possa surgir depois da passagem do tufão”.

“O que se passou no Hato foi um pouco assim: houve muita acumulação de lixo, houve problemas de resposta porque era lixo a mais”, justificou.

No próximo dia 28, o IACM é um dos organismos que vai participar no simulacro de tufão levado a cabo pela Protecção Civil.

Fátima Valente