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Fundação Macau antecipa apoio à Anima
Sexta, 13/04/2018
A Fundação Macau antecipou a segunda tranche dos apoios à Anima - Sociedade Protectora dos Animais, permitindo que a associação possa sobreviver até ao final de Junho.
À TDM-Rádio Macau, o presidente Albano Martins diz que vão, no entanto, ser necessários cortes.

“Embora fiquemos com um balão de oxigénio por mais alguns meses, sempre nos dá, com o dinamismo que a Anima normalmente tem, para conseguir bater a outras portas e arranjar fundos para o segundo semestre, que vai ser a nossa grande batalha. Vamos ter que reduzir as despesas o mais possível. Não temos outra solução. Vamos ter de limitar a nossa actividade um pouco mais, porque as nossas despesas normais andam à volta das 840/ 850 mil patacas. Vamos ter de fazer isso por cerca de 600 mil, para ver se conseguimos aguentar os três meses que faltam”, afirma.

De acordo com Albano Martins, a associação está ainda a contactar as operadoras de jogo de Macau.

Quanto à redução de despesas passa por, explica Albano Martins, diminuir pessoal. O apoio que é dado aos animais vai manter-se. “Vamos continuar a dar a comida, vamos continuar a dar o apoio veterinário, mas vamos ter que pensar duas vezes se o animal precisa de ir a uma clínica veterinária, se não precisa de ir a uma clínica veterinária. E vamos, se calhar, ter que reduzir um pouco a ida das escolas à Anima. (...) Embora os nossos animais não sejam agressivos, mas por uma questão de precaução”, acrescenta.

Albano Martins diz que actividade da Anima tem vindo a crescer mesmo com a entrada em vigor da Lei de Protecção de Animais, que ainda não começou a ter “os efeitos que eram os esperados”. O volume de abandono continua a ser colossal, diz o activista.

Marta Melo