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Manifs: ANM preocupada com possível atitude de “ditadura”
Terça, 13/03/2018
A Associação Novo Macau antecipa mais bloqueios à realização de manifestações, a confirmar-se que passa a ser a polícia, em vez do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais, a receber em primeira mão os avisos sobre a realização de protestos.

“Pela nossa experiência, quem, por norma, causa obstrução às nossas actividades é a PSP (...). Portanto, se vamos permitir que sejam eles a decidir, a autorizar ou a recusar a realização da actividade, será, obviamente, para aumentar a obstrução”, diz Andrew Cheong, director do conselho de fiscalização da Novo Macau. “Estamos preocupados que a polícia tenha muita força neste caso. E que seja como uma ditadura”, remata.

A mudança de prática consta da proposta de revisão da lei sobre o direito de reunião e de manifestação, já discutida pelo Conselho Executivo.

Para a Novo Macau, é uma alteração de princípio: a associação defende que os protestos entram no capítulo dos direitos civis e que o papel da polícia deve limitar-se a garantir que as manifestações decorrem de forma pacífica.

Sónia Nunes