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Hotel Estoril: Propostas variam entre 12 e 79,5 milhões
Terça, 06/03/2018
Variam entre 12 e 79,5 milhões de patacas as propostas apresentadas pelos gabinetes de arquitectura para transformar o antigo Hotel Estoril num centro para jovens.

Já os prazos apresentados pelos concorrentes para a concepção e planeamento variam entre 165 e 487 dias.

Esta manhã foram recebidas 11 propostas no concurso para a requalificação do antigo Hotel Estoril no Centro Juvenil de Actividades Culturais do Tap Seac, mas um dos ateliers de arquitectura desistiu da candidatura.

Entre os dez concorrentes estão os gabinetes dos arquitectos Maria José de Freitas, Carlos Marreiros e Rui Leão. Mas estes dois últimos têm ainda de apresentar documentos em falta até quinta-feira, 8 de março, às 10:00.

Na apreciação das propostas, o júri vai ter em conta a proposta de concepção (40 por cento), preço razoável (30 por cento), preço de concepção (10 por cento), perfil dos técnicos e da empresa (10 por cento), plano de trabalho (5 por cento), e a experiência em trabalhos semelhantes (5 por cento).

O atelier de Carlos Marreiros propõe elaborar a concepção e planeamento do Centro Juvenil de Actividades Culturais do Tap Seac em 180 dias pelo valor de 16,7 milhões de patacas.

Rui Leão estima fazer o trabalho igualmente em três meses, com o custo de 22,5 milhões de patacas.

Por sua vez, o atelier de Maria José de Freitas apresenta um orçamento de 35,7 milhões de patacas e executar o projecto em 249 dias.

O concurso público acontece depois de em 2015 o Governo de Macau ter anunciado que a obra de reconversão do antigo hotel, actualmente abandonado, ficaria a cargo do arquitecto português Siza Vieira, que manifestou vontade em demolir o edifício.

O ajuste directo a Siza Vieira gerou insatisfação entre os arquitectos locais.

Meses mais tarde, no início de 2016, o secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam, anunciou que iria ser realizado um concurso público para que arquitectos locais pudessem também participar.

Fátima Valente