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Partos: Amélia António critica “medida discriminatória grave
Quarta, 28/02/2018
A presidente da Casa de Portugal em Macau, Amélia António, manifestou-se “profundamente chocada” com o que considera uma discriminação “grave”, a propósito do acentuado aumento das taxas de parto para trabalhadoras não residentes.

Numa proposta anunciada pelos Serviços de Saúde em conferência de imprensa, que ainda aguarda aprovação do secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, as taxas de parto para trabalhadoras não residentes passam de 975 patacas para 8.755 patacas no caso dos partos normais, e de 3.900 patacas para 17.550 patacas em partos por cesariana.

Em declarações à TDM – Rádio Macau, Amélia António criticou o facto de a proposta não distinguir turistas de trabalhadores: “Relativamente ao turista, não me choca, porque o turista não faz parte da economia local, e sabemos que por trás do turista podem estar esquemas de aproveitamento da situação de Macau. Agora, um trabalhador não residente choca-me profundamente.

Nitidamente, são medidas discriminatórias graves”.
De acordo com dados do Corpo de Polícia de Segurança Pública, no ano passado havia 162 portugueses com o estatuto de trabalhadores não residentes, enquanto em 2016 eram 171.

Hugo Pinto