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Amnistia Internacional volta a destacar Macau em relatório
Quinta, 22/02/2018
A Amnistia Internacional voltou a destacar Macau no relatório anual de 2017 sobre direitos humanos, depois de não ter sido feita qualquer menção ao território no documento do ano anterior.

No relatório divulgado hoje, a organização de defesa dos direitos humanos faz referência à proibição da entrada de quatro jornalistas de Hong Kong em Macau, em Agosto do ano passado, quando vinham para fazer a cobertura do tufão Hato, que matou 10 pessoas.

O caso remonta ao dia 26 de Agosto, quando as autoridades de Macau alegaram que os jornalistas – do South China Morning Post, do Apple Daily e do Hong Kong 01 – representavam uma ameaça à segurança interna de Macau.

Em conferência de imprensa, Ma Io Kun, Comandante-geral dos Serviços de Polícia Unitários, admitiu que algumas pessoas foram impedidas de entrar no território ao abrigo da lei de segurança interna, sem confirmar ou desmentir que se trava de jornalistas.

Além deste episódio, a Amnistia Internacional refere ainda a suspensão do mandato do deputado pró-democracia Sulu Sou, que a organização diz ter sido “acusado por ter feito parte de um protesto pacífico contra o Chefe do Executivo Chui Sai On”.

Hugo Pinto