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Macau queima cada vez mais panchões durante Ano Novo
Quarta, 21/02/2018
Mais de duas centenas de caixas de panchões, foguetes e fogo de artifício vão ser destruídas entre hoje e amanhã. É material que ficou por gastar nos recintos oficiais de queima, que fecharam à meia-noite de terça-feira. O consumo de material pirotécnico durante o Ano Novo Lunar voltou a aumentar em Macau.

A acreditar na superstição e a julgar pela quantidade de panchões queimada, Macau garantiu a sorte para os próximos meses e afastou mais espíritos maus do que no ano do Galo: para o ano do Cão, Macau importou 4476 caixas de panchões, foguetes e fogos de artifício, o que representa um aumento de novo por cento, em relação ao ano passado.

A maior parte do material foi rebentada, em cumprimento da tradição; o que sobrou vai ser destruído entre esta quarta e quinta-feira: restaram 266 caixas.

São dados avançados à TDM – Rádio Macau pelo Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais, que este ano dividiu a queima em dois dias, em vez de destruir tudo de uma vez.

O objectivo das autoridades é reduzir o impacto ambiental, após queixas feitas em anos anteriores contra a poluição sentida nas zonas dos recintos de queima.
No Ano do Cão, rebentaram-se mais panchões, mas também sobrou mais material pirotécnico – quase o dobro do que no ano do Galo.

Já a Direcção dos Serviços de Protecção Ambiental lançou uma nova campanha para reciclagem dos envelopes de lai si. Há mais de 600 pontos de recolha, espalhados por Macau. Os envelopes recolhidos em bom estado vão ser reutilizados no próximo ano, com o Governo a garantir a distribuição.


Sónia Nunes