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Ligeira melhoria na liberdade económica de Macau
Sexta, 02/02/2018
Macau aparece no 9º lugar da região Ásia-Pacífico na lista elaborada pela norte-americana “Heritage Foundation” sobre as economias com maior liberdade económica.

Macau, que conta este ano com uma classificação ligeiramente superior à de 2017, situa-se ainda no 34º posto em relação aos 180 sistemas económicos globais analisados.

Ao grau de liberdade geral económica de Macau é atribuída uma avaliação de 70,9, superior em duas décimas à de 2017: 70,7.

Em termos mundiais e regionais, a nota atribuída a Macau é quase 10 pontos superior ao nível médio.

A avaliação foi feita com base em doze indicadores do grau de liberdade económica.

Macau obteve a pontuação máxima, 100, em apenas um dos indicadores, “saúde fiscal”, valor que se manteve inalterado em comparação com a anterior avaliação.

O segundo melhor resultado foi conseguido na “despesa do governo”, que ainda assim piorou 1,8 pontos, situando-se agora em 91.

Também a “integridade do governo” caiu ligeiramente 0,2 pontos, fixando-se em 36,4, o pior resultado dos doze indicadores.

A maior subida, 3 pontos, verificou-se na “carga fiscal”, que vale agora 75,3 pontos, e é seguida pela “liberdade monetária”, que melhorou 2,8 pontos, atingindo 73,6.

Não houve alterações na pontuação de um total de oito indicadores, que incluem ainda “liberdade comercial” ou “liberdade laboral”, o segundo indicador mais baixo, classificado com 50 pontos.

De acordo com o relatório, “Macau continua a enfrentar os desafios da gestão da crescente indústria do jogo” e “riscos de actividades de branqueamento de capitais”.

O documento refere ainda que “Macau tem a necessidade de diversificar a economia e reduzir a dependência nas receitas do jogo”.

O “Índice de Liberdade Económica” de 2018 é liderado, pelo 24º ano consecutivo, por Hong Kong.

Ainda assim, a “Heritage Foundation” expressa algumas preocupações sobre a integridade do governo e a eficácia judicial.

Hugo Pinto