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Mulheres discriminadas na indústria do jogo
Quinta, 08/03/2012

No dia em que se assinala o Dia da Mulher, a Agência Lusa fez as contas ao número de trabalhadoras do sector e concluiu que aquele que é o principal motor da economia da RAEM ainda discrimina o sexo femino. De acordo com a agência, apesar de mais de metade da mão-de-obra ser composta por mulheres, elas estão afastadas de posições elevadas e têm salários inferiores, sobretudo em cargos de chefia.

 

As estatísticas oficiais indicam que, no final de Junho do ano passado, 52 por cento dos mais de 47 mil e 300 trabalhadores do sector do jogo eram mulheres. Apenas quatro em cada dez eram directoras ou quadros dirigentes - menos de 500, em comparação com mais de 800 homens.

 

A nível de remuneração, as mulheres ganhavam, em média, menos 8.740 patacas do que os homens a desempenharem exactamente a mesma função.

 

Ainda segundo a Agência Lusa, os dados oficiais - recolhidos junto de 13 empresas do sector de lotarias e outros jogos de aposta e excluindo os promotores e colaboradores de jogos - mostram que a diferença entre géneros está patente em praticamente todas as categorias profissionais.