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"Concursos Públicos não são a panaceia" diz António Trindade
Sábado, 03/03/2012

António Trindade entende que em Macau “as pessoas já começam a perceber o que é que se pretende e a falar das exigências”. No programa Rádio Macau Entrevista, o líder da CESL Ásia afirma que "não vamos fazer concursos públicos e adjudicar ao mais baixo, isso não convence ninguém. Não dá o resultado que se pretende e não melhora as coisas.Nada evita a necessidade de saber o que se quer e a necessidade de se procurar atingir esse resultado". Pará António Trindade, os "concursos públicos não são a panaceia para todos os problemas" e a adjudicação directa "não é crime".

 

O debate já faz parte de Macau  entende António Trindade. "A economia cresce brutalmente todos os anos e portanto a pressão cresce. Pode andar melhor? Pode. Porque é que não anda bem? Não sei. Não me parece claro que haja resistência à mudança. Há debate e há status quo que se estão a desafiar. As coisas estão a mudar, provavelmente para melhor”, afirma.


No programa Rádio Macau Entrevista, António Trindade reafirma que quer transformar a ETAR da Areia Preta numa das mais avançadas do mundo e defende a assinatura do contrato com a Administração o mais breve possível.

 

O líder da CESL Ásia defende a criação de associações profissionais, apontando para o exemplo da Associação dos Advogados.

 

A CESL Ásia emprega actualmente 400 pessoas e tem um volume de negócios de 320 milhões de patacas.