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Banco Well Link quer ter balcões
Terça, 07/11/2017

O Banco Well Link, que substitui o Novo Banco Ásia quer abrir balcões em Macau. No final da inauguração oficial do Banco Well Link, o presidente do Conselho de Administração, Zhang Shengman, revelou a intenção de abrir balcões mas “a seu tempo”. “Temos de ver qual a velocidade da nossa expansão, porque tem de ser consistente com a procura, mas também com análise dos custos/benefícios”, afirma.

 

Zhang Shengman nota que, para já, o objectivo é trabalhar para a estabilização do banco, admitindo que a instituição quer ser também uma ponte para a região e para a lusofonia.

 

“Temos sede em Macau e é em Macau que começa a nossa oferta de serviços. Reconhecemos que Macau é pequeno e que é uma ponte para os países de língua portuguesa. Queremos operar daqui, mas fazer ligações com a Grande Baía, e esperamos com a China e com o resto do mundo. Mas não quero induzir em erro – não vamos para já apostar no mundo inteiro. Vamos começar por Macau e pelo que existe aqui e depois pensar na expansão para lá de Macau”, acrescentou Zhang Shengman.

 

O Banco Well Link tem como accionistas o Grupo Well Link com 26 por cento, o Novo Banco mantém 25 por cento, a família Ma tem uma participação de 15 por cento e o Grupo KingKey de Shenzhen tem também 15 por cento. O presidente do Conselho de Administração, Zhang Shengman, é também accionista com uma participação de dez por cento. Outros nove por cento estão distribuídos por outros investidores.

 

A compra de 75 por cento do banco ao Novo Banco representou um investimento de 183 milhões de euros.

 

O Banco Well Link tem um capital social de 200 milhões de patacas, que deverá ser aumentado nos próximos anos, prevendo-se que na altura o Novo Banco reduza a sua participação no banco.

 

Marta Melo