Em destaque

20 de Outubro de 2017: às 12h30, o BNU negociava 1 euro por 9.5533 patacas e 1.1817 dólares.

Chamadas internacionais mais baratas a partir de Dezembro
Quinta, 12/10/2017

A CTM anunciou uma redução generalizada nos preços das chamadas internacionais para mais de 230 países e regiões, incluíndo Portugal, China Continental e Hong Kong. Para a primeira metade de 2018 a empresa promete uma redução nos preços dos serviços de telemóvel, incluíndo na internet móvel.

 

Os novos tarifários para chamadas internacionais, tanto a partir de números fixos como móveis, introduzem uma redução média de 45 por cento e entram em vigor a 8 de Dezembro. Até agora os preços das chamadas para Portugal podiam custar até 5 patacas e 99 cêntimos por minuto. A partir de 8 de Dezembro passam a custar no máximo 2 patacas por minuto.

 

As reduções de preços abrangem também todos os países de língua portuguesa, que passam a ter chamadas internacionais com um custo de cinco patacas por minuto. A única excepção é São Tomé e Príncipe que vai contar com chamadas de 9 patacas por minuto. 

 

Ebel Chan diz que as reduções de preços vão beneficiar sobretudo clientes empresariais que são os grandes utilizadores das chamadas internacionais directas.

 

"É no sector empresarial que a os serviços de chamadas internacionais ainda são mais utilizados, mais do que clientes individuais e residenciais.  Esperamos que os clientes empresariais possam utilizar mais o serviço de chamadas internacionais", afirmou, em conferência de imprensa. 

 

Os preços das chamadas directas para Hong Kong vão sofrer cortes de 34 por cento enquanto as chamadas para a China Continental vão sofrer reduções de 41 por cento.

 

A companhia diz que as novas tarifas pretendem beneficar empresas que sejam parte activa da iniciativa "Uma Faixa Uma Rota" e da cooperação entre a China e os Países de Língua Portuguesa.

 

Para a primeira metade de 2018 a empresa promete introduzir novas reduções nos novos tarifários, a  começar pelos serviços de comunicações móveis. "Em primeiro vamos focar nos serviços móveis e depois iremos analisar outros serviços. Estamos a dar o nosso melhor para baixar os preços dos serviços.  Na primeira metade do próximo ano devemos ter uma revisão do tarifário para serviços móveis.", apontou Ebel Cham.

 

André Jegundo