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DICJ: empresas que visam criptomoedas sem ligação a Macau
Terça, 26/09/2017

O director da Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ), Paulo Martins Chan, afirmou hoje não ter conseguido estabelecer uma relação entre o sector do jogo de Macau e as empresas que, segundo vários órgãos de comunicação social, anunciaram pretender avançar com uma oferta inicial de uma nova criptomoeda, com vista ao mercado local dos casinos.

 

Segundo uma notícia avançada hoje pelo Ponto Final, que cita a CNBC, a empresa Dragon Corp. pretende avançar com esta oferta inicial, num negócio que envolverá uma empresa tailandesa, a Wi Holdings. Mas hoje, em declarações aos jornalistas, Paulo Martins Chan afirmou que as referidas companhias “não são empresas de jogo, não são empresas responsáveis pela produção de slot machines, e, por enquanto, não é possível encontrar a ligação entre essas duas empresas e o sector do jogo de Macau”.

 

Paulo Martins Chan garantiu ainda que o jogo online é proibido em Macau e que não é assim tão simples alguém poder vir a tornar-se accionista de um casino através de um eventual investimento em moedas virtuais, como terá alegado a Wi Holdings. “Nós temos um procedimento rigoroso e não permitimos uma maneira tão fácil de ser sócio”, afirmou o director da DICJ.

 

A mesma notícia avançada na imprensa também dava conta de planos para trazer para Macau, em 2019, um casino flutuante, actualmente em construção na Noruega, mas Paulo Martins Chan disse não ter recebido qualquer pedido nesse sentido.

 

Sofia Jesus