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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Quarta-feira)
Quarta, 20/09/2017

O discurso de Lionel Leong em evidência, quando também se fazem previsões sobre quem irá o Chefe do Executivo nomear para a Assembleia Legislativa. Em Hong Kong, um gangue rouba 24 milhões de dólares de Hong Kong em segundos.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

No Jornal Ou Mun, destaca-se o discurso feito por Lionel Leong, secretário para a Economia e Finanças. Lionel Leong disse que o Governo apoiará a zona mais afectada pelo “Hato”, com os planos de curto, médio, e longo prazo. As medidas incluem a aceleração na aprovação dos empréstimos, atracção de mais turistas para zona e ainda uma activação das lojas antigas.

 

No Va Kio, também é mencionado o mesmo discurso. Lionel Leong sublinhou que os cofres públicos ainda não precisam de se ajustar.

 

Ou Mun Tin Toi

Na Ou Mun Tin Toi, destaque par a Agnes Lam, nova deputada eleita por sufrágio directo da Assembleia Legislativa, no fórum da rádio, para apresentar o seu trabalho nos próximos 4 anos.  Além disso, nota para a falha de energia de ontem. Aconteceu por volta das seis e meia da tarde. A falha foi causada pelas obras da Fábrica Va Nam. O centro e zona antiga da Taipa foram afectados. Ao todo, cerca de  1200 famílias ficaram sem energia. A electricidade dessa zona foi restabelecida totalmente por volta das nove horas de noite.

 

Imprensa de Macau em língua portuguesa

O Ponto Final abre com Agnes Lam. A deputada eleita para a Assembleia Legislativa prefere não se colocar em nenhum dos lados políticos e garante dar-se bem com todos. Ainda o rescaldo do tufão Hato: 2,9 mil milhões de patacas é o valor dos prejuízos.

 

No Hoje Macau lançam-se as previsões sobre os deputados nomeados pelo Chefe do Executivo. O jornal fala nas possibilidades de de manter ou rejuvenescer. Os novos deputados são conhecidos daqui a 15 dias. Nota também para o regresso da World Press Photo à Casa Garden.

 

O Jornal Tribuna de Macau fala do reforço que vai receber este ano o Festival da Lusofonia. O certame vai ser celebrado de 19 a 22 de Outubro. Ficamos também a saber que os custos e a falta de pessoal estão na base dos parcos 13,1 por cento da taxa de empreendedorismo de Macau.

 

Imprensa de Macau em língua inglesa

O Macau Daily Times abre com as 13 mil empresas que pediram o apoio a curto prazo ao Governo, depois dos prejuízos causados pela passagem do tufão Hato. Nota igualmente para Chris Patten, o último Governador de Hong Kong, que alerta para os perigos da independência de Hong Kong.

 

O Macau Post Daily noticia dois casos de burla em Macau com um esquema de bolo lunar. No internacional, o ministro dos negócios estrangeiros da Venezuela acusa Donald Trump de ter feito comentários racistas e que o país “não vai aceitar” as ameaças do presidente americano.

 

O Business Daily apresenta uma grande reportagem com o futuro da cidade de Hengqin. A nova e moderna área da metrópole já recebeu um investimento de 500 milhões de yuans e por esta altura está 70 por cento completa a primeira de cinco fases do investimento.

 

Imprensa de Hong Kong em língua inglesa

O South China Morning Post aumento da tensão entre Estados Unidos e Coreia do Norte. O presidente norte-americano Donald Trump dirigiu-se pela primeira vez à nação depois da assembleia mundial de líderes mundiais. Trump avisou Kim Jong-un que está rponto para destruir totalmente a Coreia do Norte. Nota também para o gangue em que, em segundos, roubou joias no valor de 24 milhões de dólares de Hong Kong.

 

No China Daily, a China e Rússia acordaram que a tensão na península coreana deve ser resolvida de forma pacífica e o ciclo de paz armada deve terminar. Entretanto, num discurso às altas patentes do Partido Comunista Chinês, Xi Jinping afirma que inovar na segurança é crucial para o futuro do país.

 

O destaque do Standard vai para o gangue que assaltou uma joalharia em Tsim Sha Tsui, uma das zonas mais movimentadas da cidade. Foram três homens de moto, que assaltaram e destruíram o estabelecimento. O prejuízo ronda os 24 milhões de dólares de Hong Kong.

 

João Picanço