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Air Asia quer lançar 34 novos destinos a partir de Macau
Quarta, 13/09/2017

A companhia aérea Air Asia quer lançar entre 32 e 34 novos destinos a partir do aeroporto de Macau, nos próximos cinco anos. O ambicioso plano de expansão foi desvendado pelo presidente da companhia aérea, Tony Fernandes, um dos oradores do simpósio para a juventude da Associação de Turismo da Ásia Pacífico (PATA), que decorreu hoje no Instituto de Formação Turística.

 

A Air Asia está em negociações com as autoridades aeroportuárias de Macau mas a ideia de Tony Fernandes é lançar “cinco a seis novas rotas” por ano. A próxima a ser inaugurada “nas próximas semanas” é a ligação aérea entre a RAEM e a cidade Malaia de Johor Bahru.

 

Sem relevar por completo a lista de novos destinos, o presidente executivo da companhia área diz  que a grande maioria das novas ligações será para cidades da Tailândia, Filipinas e Malásia. Uma ligação aérea entre Guam e Macau também está nos planos.

 

“Os planos são muito entusiasmantes. Nas próximas semanas vamos lançar as ligações entre Macau e Johor Bahru, que é uma grande cidade no sul da Malásia. Mas temos muitos planos para ligações com as Filipinas, Malásia e Tailândia, para além de outros destinos como Guam”, afirmou, à margem da conferência.

 

Com as novas ligações, a companhia espera passar, em cinco anos, de 800 mil para cinco milhões de passageiros por ano em Macau. Tony Fernandes aponta mesmo Macau como uma das prioridades da companhia aérea. 

 

“Macau é a minha prioridade número um no norte da Ásia. É um local natural para o nosso desenvolvimento, tem-nos acolhido muito bem e estou aqui precisamente para mostrar à minha companhia que esta é a minha prioridade número um”, referiu. 

 

Para já o aeroporto local tem as condições necessárias mas Tony Fernandes admite que uma expansão poderá inevitável no espaço de cinco anos. “Uma ampliação do aeroporto seria excelente. Com a nova ponte e a fronteira, Macau pode ser um pólo de ligação de grande dimensão. Um dos grandes problemas do sector turístico é que os governos muitas vezes esquecem-se dos aeroportos. Espero que haja planos nesse sentido. Nós vamo-nos encontrar com a CAM (Sociedade do Aeroporto Internacional de Macau ) mas para os próximos cinco anos julgamos que a capacidade instalada é suficiente”.

 

André Jegundo