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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Quarta-feira)
Quarta, 13/09/2017

As eleições legislativas e mais um caso polémico a envolver a lista Associação Novo Progresso de Macau continuam a ser temas da imprensa local.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun puxa para a primeira página a intenção do Corpo de Bombeiros em reforçar os meios de actuação. Compra de ambulâncias e de outros veículos com capacidade para “responder a desastres no futuro” é um dos objectivos. A formação cívica também está nas prioridades.

 

O Va Kio destaca a inauguração de um novo posto da Divisão de Investigação e Combate ao Tráfico de Estupefacientes da Polícia Judiciária (PJ), em Mong Há.

 

Ou Mun Tin Toi

 

Na manhã informativa da Ou Mun Tin Toi, o destaque está a ser dado a um incêndio na Rua Três do Bairro Vá Tai. Três motas e dois carros foram atingidos. A PJ já está a investigar este caso.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau titula “leis e caos” para dar conta de que o número 2 da lista da Associação Novo Progresso de Macau, Paul Chan Wai Chi, está envolvido num caso de desobediência agravada, na sequência de uma alegada afixação de propaganda num local público não autorizado. O jornal publica, esta quarta-feira, uma entrevista à directora do Jardim-de-infância D. José da Costa Nunes. “É preciso flexibilizar o recrutamento”, defende Marisa Peixoto.

 

O Jornal Tribuna de Macau analisa os cartazes eleitorais com a ajuda de três especialistas em design para revelar “o bom, o mau e o assim-assim”. “Mulan reinterpretada no Dia da China” está no destaque fotográfico.

 

O Ponto Final também aborda o caso de Paul Chan Wai Chi. “Novo Macau acusa polícia de abuso de poder” devido a uma acção de campanha que “quase terminou” com a detenção do número 2 da lista Associação Novo Progresso de Macau. “Coimbra recordou o pulsar de Pessanha” é outro destaque do dia.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily avança que a Melco Resorts & Entertainment está “à caça”, nas Filipinas. O grupo pode aumentar a posição no país, já que a PAGCOR está disposta a vender as participações a 100 por cento que tem em 17 casinos. O jornal financeiro coloca ainda em destaque o empresário e número 3 da lista Aliança Pr’a Mudança, Jorge Valente, que quer “acabar com os monopólios nos contratos públicos e promover melhor formação para os trabalhadores do sector público”.

 

O Macau Daily Times publica uma reportagem sobre o sistema de voto de Macau. Nas páginas do jornal lê-se que o método é “controverso” e “não representa a proporcionalidade das diferentes forças” locais. Sobre as eleições, há ainda uma referência a Ng Kuok Cheong que continua a insistir na política “terras de Macau para as gentes de Macau”.

 

O Macau Post Daily noticia a detenção de um residente suspeito do crime de usura, por ter emprestado dinheiro a 67 pessoas. O esquema, iniciado em 2013, previa juros de 10 por cento. O lançamento de dois modelos do iPhone 8 completa os principais títulos.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily tem como manchete: “Líderes da finança expressam fé na China”. Entre os responsáveis que se encontraram, ontem, com o primeiro-ministro Li Keqiang estava um representante do Banco Mundial. Na primeira página está ainda o aviso da Chefe do Executivo de Hong Kong. Carrie Lam afirma que a defesa do separatismo não é uma questão de liberdade de expressão.

 

O South China Morning Post preenche parte da primeira com o destaque fotográfico, que mostra a poluição severa registada, ontem, em Hong Kong. Central foi a área mais afectada. Os níveis de ozono subiram devido ao sol forte e à ausência de vento, provocada pelo tufão Talim, que não vai afectar nem a região vizinha nem Macau. O diário adianta também na edição de hoje que os Estados Unidos querem evitar uma guerra comercial com a China. A garantia foi dada por Steve Bannon, antigo conselheiro de Donald Trump, que participou numa conferência, em Hong Kong, a convite do grupo chinês CITIC.

 

O Standard prefere olhar para a criação de novos circuitos pedonais, em Hong Kong. De acordo com o plano que deve ser apresentado nas Linhas de Acção Governativa, algumas zonas de Patterson Street, Causeway Bay, Theatre Lane e Central vão ser cortadas ao trânsito de veículos.

 

Pedro Galinha