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Legislativas 2017: os candidatos e as propostas da lista 4
Terça, 05/09/2017

Os canais portugueses da TDM apresentam durante o período de campanha eleitoral um perfil das listas candidatas às eleições para a Assembleia Legislativa. Os candidatos e as propostas, com emissão na Rádio Macau às 9h30 e 16h, e no Canal Macau durante o Telejornal.

 

A lista 4 é o Observatório Cívico, liderada por Agnes Lam. A lista está ligada à Associação Energia Cívica, que foi criada em 2008 para, no ano seguinte, embarcar nas eleições para a Assembleia Legislativa. O Observatório Cívico já se candidatou duas vezes, sem conseguir a eleição. 

 

Nas últimas legislativas, em 2013, lista teve apenas 3,57 por cento dos votos e conseguiu atrair sobretudo um eleitorado da classe média. Agora, à terceira tentativa, apresenta uma lista completamente renovada: apenas Agnes Lam e o quarto candidato, Keong Wai Cheng, se repetem.

 

Agnes Lam volta a ser a cara da candidatura. Lam é professora de jornalismo na Universidade de Macau, onde tem também um cargo de responsabilidade: é vice-directora da Faculdade de Ciências Sociais. Em meados dos anos de 1990, foi jornalista na TDM.

 

Apesar de nunca ter sido eleita em Macau, Agnes Lam acaba por ter uma participação na política em Hebei: há dez anos que Agnes Lam é membro da Conferência Consultiva Política desta província.

 

O Observatório Cívico tem outros cinco candidatos, incluindo dois médicos. É o caso do número dois,  Cheong Chi Hong, e do número três, Wu Xiaocheng.  O candidato número dois é vice-presidente da Associação Nova Juventude Chinesa, uma organização pró-Pequim. Cheong trabalha no consultório médico desta associação.

 

Com dois médicos na lista, a saúde acaba por estar em destaque no programa eleitoral do Observatório Cívico. A lista 4 defende a promoção de um seguro de saúde para a população, cuja base seria paga por fundos públicos.

 

Na habitação, a lista quer um novo imposto para os proprietários de apartamentos vazios. Por fim, defende a eleição directa do Chefe do Executivo e, na assembleia, a diminuição do número de deputados indirectos e nomeados.

 

Lina Ferreira