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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Segunda-feira)
Segunda, 10/07/2017

Os alertas renovados da UNESCO para a preservação do centro histórico de Macau estão em grande parte da imprensa local, em língua portuguesa.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun faz manchete com as eleições para a Assembleia Legislativa. Hoje, é o último dia para a entrega das candidaturas e dos respectivos programas políticos. De acordo com o jornal, à Comissão de Assuntos Eleitorais faltam chegar apenas três formalizações deste processo.

 

O Va Kio destaca a segunda fase de recolha de opiniões sobre as “Normas para a concepção de design universal e livre de barreiras arquitectónicas da RAEM”. Trata-se de um plano público que visa melhorar as acessibilidades no território.

 

Ou Mun Tin Toi

 

Na estação de rádio Ou Mun Tin Toi, o destaque da manhã informativa desta segunda-feira vai para o Instituto Cultural que promete proteger com “determinação” e “confiança” o centro histórico de Macau. A declaração foi deixada na sequência da 41.ª Sessão do Comité do Património Mundial da UNESCO, que decorre em Cracóvia, na Polónia.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau escreve “antes que seja tarde” para se referir à preocupação demonstrada por Mak Soi Kun em relação aos prédios antigos. O deputado quer que o Governo “tome medidas e depressa”, levando o tema à Assembleia Legislativa, através de uma proposta de debate de interesse público. O jornal publica, esta segunda-feira, uma entrevista aos Gao Brothers: “Não estamos satisfeitos com o papel que o artista tem”.

 

O Jornal Tribuna de Macau avança que “medo de retaliação limita queixas contra lares”. Entre Janeiro de 2015 e Março deste ano, o Instituto de Acção Social recebeu 17 notificações. No destaque fotográfico está o Farol da Guia acompanhado do título “UNESCO ratifica alertas a Macau” sobre a preservação do centro histórico.

 

O Ponto Final escreve “UNESCO à espera de explicações”. O organismo lembra que o Governo de Macau tem até 2018 para fazer chegar um relatório que já devia ter sido entregue em 2015. “Sopas, soufflés e rock n’roll” abrem o apetite para uma entrevista do jornal ao chefe Graham Elliot, que esteve em Macau para “dar os retoques finais no menu do restaurante Coast”, pelo qual dá a cara no MGM Cotai.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily destaca que o deputado e presidente da Associação de Construtores Civis e Empresas de Fomento, Tommy Lau, defende apoios para o sector da construção através de “fundos, formação e grupos de trabalho”. Outra referência da primeira página vai para a opinião do advogado e antigo secretário de Estado do Ambiente de Portugal, José Eduardo Martins, que propõe que os transportes e edifícios de Macau sejam “mais amigos do ambiente”.

 

O Macau Daily Times refere que a UNESCO “arrasou a protecção do património de Macau”. Na Polónia, a organização renovou as “sérias preocupações” que tem sobre o futuro do centro histórico. Esta segunda-feira, há ainda uma nota para a presença do porta-aviões Liaoning, em Hong Kong.  

 

O Macau Post Daily escolhe como manchete o apelo de um think-tank para atribuir subsídios públicos de Macau a jovens empresários que queiram investir na zona da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau. O jornal adianta ainda que foram registados 976 casos de transporte ilegal de passageiros, no primeiro semestre, o que corresponde a um aumento anual homólogo de 236,6 por cento.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily titula “China e Estados Unidos unem forças na economia”. No segundo encontro entre o presidente chinês, Xi Jinping, e o homólogo norte-americano, Donald Trump, ficou expressa a promoção bilateral na área comercial, mas também militar. O jornal oficial coloca ainda na primeira página o “orgulho” demonstrado em Hong Kong, na hora de receber o porta-aviões Liaoning.

 

O South China Morning Post puxa para principal tema do dia o alerta do responsável pela pasta da Acção Social do novo Governo da região vizinha. Law Chi-kwong afirma que é preciso um “olhar renovado” sobre a rede de apoio direccionada para os idosos. Recentemente, foi tornado público o caso de um homem de 80 anos que estrangulou até à morte a mulher, que era doente crónica.

 

O Standard adianta que a família de Tung Chee-hwa vai vender a parte que detém da Orient Overseas. O negócio, correspondente a 69 por cento da empresa, renderá 34 mil milhões de dólares de Hong Kong.

 

Pedro Galinha