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Informação “errada” travou projecto nas Casas-Museu da Taipa
Sábado, 27/05/2017

A presidente da Casa de Portugal, Amélia António, afirma que a instituição só não está a explorar um restaurante no complexo das Casas-Museu da Taipa porque alguém transmitiu uma “informação errada” ao secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam. A responsável também não compreende a razão de ter sido negado o acesso ao concurso para as lojas do espaço Anim'Arte, na zona do lago Nam Van.

 

No programa Rádio Macau Entrevista, emitido este sábado ao meio dia, Amélia António lança ainda críticas à Diocese, que não tem demonstrado “qualquer abertura” para ceder espaços não utilizados. “Há um clima muito fechado a esse nível. Tenho muita pena”, lamenta.

 

Amélia António descreve o novo bispo Stephen Lee como “muito simpático”. No entanto, a “gestão de determinadas áreas” não estão nas mãos do líder da diocese local, nota.

 

No que toca ao orçamento para 2017, a Casa de Portugal tem à disposição 13 milhões de patacas. A maior fatia, que chega aos dez milhões, chega da Fundação Macau, que não actualiza a quantia há “três anos”. Quanto ao prejuízo de cerca de um milhão de patacas, provocado pelo projecto Lusitanus, Amélia António garante que a dívida está quase paga.