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Consulado de Portugal em Cantão aguarda formalidades
Terça, 23/05/2017

A embaixada de Portugal em Pequim vai submeter “muito em breve” as formalidades para que o futuro cônsul português em Cantão possa iniciar funções, apurou a TDM – Rádio Macau. Neste momento, está também a decorrer a “avaliação de diferentes espaços possíveis para as instalações” da representação diplomática.

 

“A embaixada de Portugal em Pequim submeterá muito em breve ao Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês uma Carta-Patente com vista à obtenção de Exequatur, que permitirá o início de funções formais em Cantão”, explica o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, numa resposta escrita enviada à TDM – Rádio Macau.

 

“Ainda não é possível indicar a data concreta para abertura do consulado, mas tal deverá ocorrer a muito breve trecho, após cumpridas todas as formalidades, tanto do lado português como do lado chinês”, justifica o Governo de Lisboa.

 

As futuras instalações em Cantão devem “garantir a adequada prestação dos serviços, de acordo com as normas portuguesas, europeias e chinesas”. O processo vai ficar concluído com o “registo oficial” junto das autoridades de Pequim.

 

Portugal teve um consulado em Cantão entre o final do século XIX e 1966 – ano em que foi assaltado, após a eclosão da Revolução Cultural. Calvet de Magalhães foi o último cônsul, tendo abandonado a capital da província de Guangdong em 1950, já que Portugal não reconhecia o regime comunista que tinha fundado a República Popular da China. No seu lugar ficou um chanceler-gerente.

 

André Cordeiro vai chefiar a missão diplomática portuguesa em Cantão, adiantou o jornal Ponto Final, em Março.