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Quatro fiscais do IACM alvo de processos de averiguação
Segunda, 22/05/2017

São quatro os fiscais do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais visados por processos de averiguação depois do relatório do Comissariado da Auditoria, tornado público esta segunda-feira. O documento tinha como alvo as obras viárias, onde foram feitas várias críticas ao trabalho de inspecção levado a cabo pelo Instituto. Foi o próprio presidente do IACM, José Tavares, quem confirmou os processos aos funcionários.

 

"Dias em que chovia e diziam que fazia sol. Estavam de férias e tinham lá as assinaturas... Eu não sei se isso aconteceu. Agora, temos de esperar pelo processo de averiguação. Isto que acabei de dizer é o que está no relatório. Vamos investigar", disse José Tavares.

 

O período abrangido pelas críticas do Comissariado da Auditoria compreende os anos de 2014 e 2015. José Tavares informou que os quatro funcionários já não desempenham as funções de fiscais no IACM e foram transferidos para outros departamentos no ano passado, porque, informou o presidente, não cumpriam com as exigências do Instituto para o trabalho de fiscalização.

 

José Tavares revelou também estar algo "surpreendido" com os dados do relatório, principalmente na parte dos fiscais.

 

As declarações de José Tavares aconteceram depois da segunda reunião com os empregadores do sector de aves de capoeira. O Governo está a querer oferecer um apoio para os patrões, compreendido entre as 240 mil e 480 mil patacas, valor que os donos das bancas consideram insuficiente. Os empregadores julgam ter direito a receber, cada um, entre os 5 milhões e 10 milhões de patacas. A justificação para tal valor prende-se com os custos de material e manutenção.

 

José Tavares reconheceu que o valor é “muito acima” do que o Governo está disposto a dar. Na próxima segunda-feira há nova reunião.