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Manifestação por Pearl Horizon em destaque no 1º de Maio
Segunda, 01/05/2017

A Polícia de Segurança Pública fala em 2600 manifestantes no Dia do Trabalhador que se fizeram ouvir nas ruas de Macau. Um total de 250 agentes estiveram destacados para manter a ordem pública, numa tarde em que o grupo maior - mais de 2000 - foi aquele que gritou palavras de ordem contra a Polytec e o imbróglio de Pearl Horizon, o empreendimento da Areia Preta que viu as obras paradas, em virtude da aplicação da Lei de Terras.

 

Os manifestantes, que saíram da Avenida da Ponte da Amizade, fizeram-se ouvir, dizendo que acreditam no Governo, mas exigem a devolução das propriedades que compraram e, na realidade, não sabem se algum dia vão ter.

 

Houve mais dois pedidos de manifestação que marcaram presença, em número mais pequeno. Um dos grupos organizado pela Associação de Força de Operários de Macau, que reivindica um maior controlo da vinda de trabalhadores estrangeiros, queixando-se de que o excesso de emigrantes diminui as oportunidades a quem é de Macau ou então baixa-lhe os salários. O jardim de Iao Hon foi o ponto de partida.

 

A Associação da Reunião Familiar, que também arrancou da Areia Preta, mas do Jardim Triangular, também marcou presença, como vem sendo, de resto, habitual no 1º de Maio.

 

Apesar de um pequeno desacato na Rua do Campo, com o grupo maior, quando as garrafas de água fornecidas pela organização pareciam poucas para a procura, a PSP informou, na voz do Comissário Lei Tak Fai, que "tudo correu de forma pacífica".

 

As manifestações terminaram na sede do Governo, onde foram entregues as cartas que resultaram dos protestos. Houve também um grupo que entregou o respectivo documento no Gabinete de Ligação do Governo Central da RAEM.